03/09/2010

Emilio Calil :: Blog

Comentando o cotidiano

Encontrebas Transformers

Posted by Emilio Calil On agosto - 12 - 2010 COMENTAR

Os sites Aliança Transformers Brasil e Dinastia Transformers se unem ao Universo Transformers para a realização de mais uma edição do Encontrebas. Além de itens de memorabilia, o evento mostrará o que os fãs brasileiros têm produzido pela paixão aos Transformers: desenhos, dioramas, papercraft, fanfics, animações e muito mais!

Somente durante o evento, venda promocional de figuras Transformers. Passe um dia divertido. Reúna a galera e venha participar desse encontro, trocar opiniões, bater papo, encontrar e fazer novos amigos.

  •  Exposição de brinquedos, objetos e raridades
  • Dioramas: Venha conferir algumas cenas dos filmes Transformers: O Filme e Transformers: A Vingança dos Derrotados transformadas em dioramas (maquetes) por fãs e colecionadores;
  • Fanarts: Desenhos feitos por fãs de sua própria imaginação baseados na obra original dos Transformers
  • Fanfics: Interessantes e divertidos, são contos escritos por fãs que não fazem parte do enredo oficial dos Transformers
  • Papercraft: Método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, geralmente feita com vários pedaços de papel, são cortados com tesoura e colados uns aos outros;
  • Exibição de vídeos: Reviews e animações feitas por fãs, além de episódios e trailers das séries;
  • Concurso de desenhos com distribuição de prêmios para os melhores trabalhos (regulamento em www.universotf.com.br)

 Encontrebas Transformers

Transformar e rodar!

Serviço:
Encontrebas Transformers
Data: 14 de agosto de 2010 (sábado), das 10h às 18h
Local: Loja Coleciona Brinquedos
Rua Augusta, 2299 – São Paulo – SP
Tel. (11) 3081-4977 / (11) 3062-2226
Ingresso: Entrada Franca

Realização:
Universo Transformers (www.universotransformers.com.br)
Aliança Transformers Brasil (www.tfbrasil.net)
Dinastia Transformers (www.dinastiatransformers.com.br)
Coleciona Brinquedos (www.coleciona.com.br

Apoio:
Hasbro
Paramount

Os deuses sumérios

Posted by Emilio Calil On agosto - 11 - 2010 2 COMENTARIOS

 Uma das leituras que mais me fascina é sobre história antiga. E por ‘antiga’ entenda-se de quatro mil anos para trás. Impossível ler sobre civilizações que surgiram, cresceram e desapareceram sem denotar um mínimo de entusiasmo. Quem foram aquelas pessoas? Como era seu cotidiano? Claro que essas perguntas encontram respostas nos livros de história e nos achados arqueológicos – estelas de argila, inscrições, pergaminhos e papiros, que permitem traçar um esboço desses povos. Assim, temos noção de formas de governo, costumes, religião, comércio, leis e todos os elementos que compunham aquela sociedade.

Foi pesquisando sobre civilizações antigas atrás de referência para um projeto pessoal que me aprofundei na fascinante civilização da Suméria. Ela foi, sem dúvida, a mãe das civilizações da antiguidade e grande influenciadora da evolução do mundo como o conhecemos. A Suméria (Sinar na Bíblia, Sangar no Egito e KI-EN-GIR na língua nativa), que significa “Lugar dos Senhores Civilizados”, é considerada a civilização mais antiga da humanidade, localizava-se na parte sul da Mesopotâmia, posicionada em terrenos conhecidos por sua fertilidade, entre os rios Tigre e Eufrates. Evidências arqueológicas datam o início da civilização suméria em meados do quarto milênio a.C. Entre 3500 e 3000 a.C. houve um florescimento cultural e a Suméria exerceu influência sobre as áreas circunvizinhas, culminando na dinastia de Ágade, fundada em aproximadamente 2340 a.C. por Sargão I, sendo que este, ao que tudo indica, seria de etnia e língua semitas. Depois de 2000 a.C. a Suméria entrou em declínio, sendo absorvida pela Babilônia e pela Assíria.

Duas importantes criações atribuídas aos sumérios são a escrita cuneiforme, que antecede todas as outras formas de escrita, tendo sido originalmente usada por volta de 3500 a.C.; e as cidades-estado – a mais conhecida delas sendo a cidade de Ur, construída por Ur-Nammu, o fundador da terceira dinastia Ur, por volta de 2000 a.C.

Comecei a pesquisa em incontáveis páginas da web e culminei na bibliografia de Zecharia Sitchin, de quem já li uns cinco livros até agora. Sitchin, para meu desgosto, é outro desses adeptos da infame teoria de antigos ‘deuses astronautas’, indo na mesma linha do suíço Erich Von Däniken.  Sitchin nasceu em Baku, Azerbaijão, foi criado na Palestina e adquiriu conhecimentos do hebraico antigo e moderno e outras línguas europeias e semíticas, do Velho Testamento e da história e arqueologia do Oriente. Fazendo a tradução de idiomas ancestrais, ele chamou minha atenção por tocar num outro assunto de meu interesse: a etimologia. Daí o porquê de eu manter a leitura.

Traduzindo as milenares escritas cuneiformes sumérias, ele defende a tese de que há 400 mil anos os deuses da antiguidade foram astronautas que vieram de outro planeta, chamado Nibiru. Ele chegou a essa conclusão ao traduzir escritas sumérias que diziam ser as primeiras dinastias na Terra constituídas pelos ‘deuses’, ou os AN.UNNA.KI, cuja tradução é “Aqueles Que Do Céu à Terra Vieram”. E a partir daí surge uma profusão de nomes, lugares e acontecimentos que se mesclam e se confundem. Em muitos momentos as deduções encontram um paralelo hollywoodiano, como o fato dos alienígenas virem à Terra para extrair ouro, transformá-lo em pó e pulverizar a atmosfera de Nibiru, que estava se desfazendo – morra de inveja, James Cameron.

Devaneios à parte, Sitchin reconstrói uma época pré-diluviana onde deuses realmente andaram entre os homens. Quanto mais eu lia os livros, mais certeza tinha de que esses deuses foram reais. Fica nítido que os grandes ANU, ENKI, ENLIN, NINHURSAG, MARDUK, NABU, INANNA e dezenas de outras ‘divindades’ foram pessoas reais. Homens e mulheres de profundo conhecimento e sabedoria, que ditaram regras para criar uma poderosa civilização. Os atributos metafísicos ou alienígenas ficam por conta da imaginação de Sitchin, que é veementemente rebatido neste site por Michael Heiser, Ph.D. em estudos semíticos e hebreus da Universidade de Wisconsin-Madison.

É nítida a influência dos ‘deuses’ sumérios na Babilônia, Egito, Pérsia, Grécia, etc. Eram seres com amores e desafetos, constituíam família, iravam-se, riam, guerreavam, presenteavam, tinham relações incestuosas e davam pouca atenção aos ‘mortais’. Exatamente como os deuses gregos e egípcios. Daí conclui-se que a similaridade dos deuses antigos entre culturas diferentes é um reflexo ou cópia do panteão sumério. Por exemplo, a história de Inanna (Ishtar, na Babilônia) e sua insaciável libido remete à Afrodite/Vênus. Anu, o deus mais distante e que comandava os outros, é Zeus/Odin. Os irmãos Enki e Enlil são contrapartes egípcias de Ptah e Tot, respectivamente. Marduk é Rá no Egito, mas seu nome babilônico nas escrituras bíblicas é Merodaque. E por aí vai.

Os nomes de notórios monarcas da antiguidade também estão intimamente ligados aos nomes dos ‘deuses’ aos quais eles eram devotos. No princípio, dizem os textos sumérios, os reis eram sacerdotes e serviam de interlocutores com a população. Com o tempo, os ‘deuses’ foram ampliando os poderes desses sacerdotes para que pudessem ter autonomia de governo, dando origem às monarquias. Esses reis mantinham em seus nomes o nome da divindade favorita, como no caso dos reis babilônicos Nabupolasar e seu filho Nabucodonosor – ambos com o nome do ‘deus’ NABU nas iniciais, afirmando uma linhagem divina. Essa mesma formação de epítetos ocorre no Egito, no nome do faraó Ramsés (RA-MOSES ou Ra-Ms-S), que significa “Filho do Deus Rá”.

Pela visão dos sumérios, entende-se a criação do horóscopo e notamos que as adivinhações publicadas nos jornais  não são nem a sombra da ciência de observação astronômica da antiguidade. Para os sumérios (ou os Anunnaki), havia diferença entre Destino e Sorte. O Destino era tudo o que se podia prever – como a movimentação dos corpos celestes, o dia depois da noite, as estações do ano e tudo o que mantinha um movimento constante. A Sorte eram os acontecimentos que estavam além da capacidade de previsão dos próprios ‘deuses’ – os imprevistos. Assim, os sumérios sabiam que em determinada época do ano uma constelação seria vista no céu; mas não podiam dizer se alguém morreria nesse período. Parece idiota aos olhos do século XXI, mas pense nisso há seis ou sete mil anos atrás.

Surpreendeu-me, também, descobrir que ainda hoje temos influência suméria em nosso vocabulário. Por exemplo, a palavra suméria E.DIN é traduzida como a “Morada dos Justos” (de onde pode ter derivado a palavra bíblica Éden). A região de E.DIN ficava entre os rios Tigre e Eufrates, local que viria a ser conhecido depois como Mesopotâmia. É lá que se encontram os picos gêmeos do monte Arrata (Ararat). Foi em E.DIN que a primeira cidade, E.RI.DU (“Lar na Lonjura”), estabeleceu-se. O nome ‘Eridu’ foi traduzido para muitos idiomas do mundo, incluindo alemão (Erde), inglês médio (Erthe), curdo (Ertz) e hebreu (Eretz). A palavra acabou por se tornar o que em inglês atual conhecemos como Earth (Terra).

Como E.RI.DU era o nome de uma cidade-estado, os sumérios tinham outra palavra para designar o planeta Terra, que era Ki (o mesmo significado do ‘ki’ de An.unna.ki). Em acadiano, Ki tornou-se Gi (ou Ge) – de onde saiu a palavra Geo (de geografia, geologia, etc.). Mais tarde, os indo-europeus acrescentaram a palavra ‘Aia’, que significa “avó”, e daí surgiu a palavra Gaia, a “Avó-Terra”, mas que alguns antropologistas preferiram traduzir como “Mãe-Terra”.

Outra palavra suméria que usamos até hoje e que sofreu pouca alteração ao longo dos milênios é “mãe” ou “mamãe”, que deriva das palavras Mamma, Mammi ou Mami, as quais, por sua vez, são outros nomes utilizados para se referir à ‘deusa-mãe’ Ninhursag (“Senhora da Montanha”), associada à fertilidade.

Em seu livro Encontros Divinos, Sitchin faz uma descrição de inúmeros relatos registrando o encontro entre homens e ‘deuses’. Ele começa traçando um perfil de como eram esses encontros e como eles interferiam no cotidiano das pessoas, sempre pendendo para a teoria extraterrestre. Porém, Sitchin começa a enveredar por outros caminhos no último capítulo e decide traçar um paralelo entre todos os deuses sumérios e o Deus dos hebreus, no Velho Testamento. O propósito é identificar qual dos deuses sumérios seria o Deus descrito na Bíblia, então ele compara um a um buscando similaridades na personalidade, nos diálogos, nos feitos e nos milagres.

E só então um novo elemento nos é apresentado. Os poderosos ‘deuses’ da Suméria, quando viam seus planos frustrados ou quando enfrentavam algum imprevisto, reconheciam suas limitações e atribuíam esses acontecimentos a quem chamavam de “O Criador de Todas as Coisas” (cujo poder controlava tanto a Sorte quanto o Destino). Ou seja, os ‘deuses’ possuíam um Deus. Não encontrando paralelo no panteão sumério, Sitchin admite que o Deus bíblico é, de fato, o Criador de Todas as Coisas.

Essa informação é esclarecedora para os primeiros capítulos do Velho Testamento, ao visualizarmos a dificuldade e resistência que Abraão, Moisés e os outros patriarcas enfrentaram ao tentar difundir a Palavra de um Deus invisível para povos acostumados a ‘deuses’ que viviam entre eles, tinham esposas e filhos – algumas daquelas pessoas podiam até mesmo ser descendentes desses ‘deuses’.

Eu poderia ficar neste assunto eternamente, mas o texto já está grande demais. Acho que me empolguei e, mesmo assim, apenas pincelei alguns tópicos que descobri sobre os sumérios. Se você, como eu, fica fascinado com história antiga, então este post deve ter plantado a vontade de saber mais. Se esse é o seu caso, basta uma pesquisa rápida na web para encontrar milhares de páginas sobre o tema. Separe o joio do trigo e boa leitura.

50 músicas clássicas essenciais

Posted by Emilio Calil On julho - 20 - 2010 3 COMENTARIOS

Para os amantes da música erudita, eis um verdadeiro achado: o álbum The 50 Most Essential Pieces of Classical Music. É uma coletânea de respeito com – obviamente – cinquenta das mais famosas músicas clássicas de todos os tempos.

Encontrei ao acaso, fuçando nos destaques de música clássica do iTunes. E desde então tem sido o álbum que mais ouço – seja no micro ou no iPod. Todas essas sinfonias e óperas podem ser encontradas facilmente separadas em outras coleções. Porém, alguma boa alma – e de muito bom gosto – resolveu juntá-las em um único álbum, o que facilita a vida e enriquece os sentidos, já que são mais de cinco horas de música.

Recomendo de olhos fechados. O álbum inteiro ou as músicas separadas em MP3 podem ser encontrados na Amazon, neste link. Se você é fã de música clássica, não é preciso mais comentários. Se não é, este é um ótimo pretexto para se tornar.

Abaixo, as cinquenta músicas que compõem o álbum:

1. Die Zauberflöte (The Magic Flute), K. 620: Overture
2. Suite for Orchestra No. 3 in D Major, BWV 1068: II. Air
3. The Four Seasons (Le Quattro Stagioni) – Concerto for Violin in E Major, RV 269, Op. 8:1, “Spring”: I. Allegro4. Swan Lake Suite, Op. 20: Scéne: Moderato
5. Partita No. 3 in E Major for Solo Violin, BWV 1006: I. Preludio
6. Peer Gynt Suite No. 1, Op. 46: IV. In the Hall of the Mountain King
7. Canon in D Major
8. Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67, “Fate”: I. Allegro con brio
9. Liebestraum No. 3 in A-Flat Major, G 541, Op. 62: “O lieb so lang’ Du lieben kannst”
10. Brandenburg Concerto No. 3 in G Major, BWV 1048: I. Allegro
11. Concerto No. 21 in C Major for Piano and Orchestra, K. 467: II. Andante (“Elvira Madigan”)
12. Concerto for Mandolin, Strings and B.C. in C Major, R 425: Allegro
13. Symphony No. 40 in G Minor, K. 550: I. Allegro Molto
14. Cavatina
15. Concerto for 2 Violins, Strings and B.C. in D Minor, BWV 1043: I. Vivace
16. Adagio in G Minor for Strings and Organ
17. Bagatelle in A Minor, WoO 59, “Für Elise”
18. Cantata BWV 208, “Was mir behagt, ist nur die muntre Jagd!”: IX. Schäfe können sicher weide (Sheep may safely graze)
19. Overture to Egmont, Op. 84
20. Fugue for solo Guitar in G Minor, BWV 1000
21. The Valkyrie: Ride of the Valkyries
22. Vocalise for Cello and Piano, Op. 34: Lentamente
23. Symphony No. 94 in G Major, “The Surprise”: II. Andante
24. 1812 Festival Overture, Op. 49
25. Nocturne No. 2 in E-Flat Major, Op. 9
26. Turandot: Nessun dorma
27. Requiem Mass in D Minor, K. 626: VII. Lacrimosa
28. The Planets, Op. 32: IV. Jupiter – The Bringer Of Jolity
29. Concerto in G Major for Viola and Orchestra, TWV 51:G9: I. Largo
30. Requiem Mass: II. Dies irae – Tuba mirum
31. Symphony No. 5 in C-Sharp Minor: IV. Adagietto
32. Mass in B Minor, BWV 232: III. Credo (Symbolum Nicenum): VI. Et resurrexit
33. Concerto in E Minor for Violin and Orchestra, Op. 64: I. Allegro molto appassionato
34. String Quartet No. 1 in B-Flat Major, Op. 1: III. Adagio
35. Concerto Grosso in G Minor, Op. 6:8 “Christmas Concerto”: II. Allegro
36. Symphony No. 9 in E Minor, Op. 95 “From the New World”: II. Largo
37. Cello Concerto No. 1 in C Major, Hob. VIIb/1: II. Adagio
38. Sonata No. 11 in A Major for Piano, K. 331: III. Alla Turca – Allegretto
39. Boléro
40. Trois Gymnopédies: Gymnopédie No. 1 (Lent et Douloureux)
41. Concerto in A Minor for Piano and Orchestra, Op. 16: I. Allegro molto moderato
42. Thaïs: Meditation
43. Hungarian Dances No. 5 in G Minor
44. Adagio for Strings
45. Ave Maria (after J.S. Bach)
46. String Quartet No. 2 in D Major: III. Notturno
47. Water Music Suite No. 1 in F Major, HV 348: VI. Air
48. Pavane
49. Suite Bergamasque, L 75: III. Clair de lune
50. Rhapsody in Blue

Conhecendo o Windows 7

Posted by Emilio Calil On julho - 15 - 2010 COMENTAR

Estou devendo este post há algum tempo. A vida anda tão corrida nesses meses que não dá tempo de se autopromover.

Não é novidade dizer que sou apaixonado por tecnologia. E escrever sobre o assunto chega a ser mais um hobby do que trabalho propriamente dito. Sendo assim, fui convidado ano passado a escrever um livro sobre o Windows 7. Desnecessário dizer que aceitei imediatamente e mergulhei de cabeça na elaboração dos capítulos.

E o resultado você pode conferir aqui. O livro ensina a utilização do mais recente sistema operacional da Microsoft e contém dicas e informações tanto básicas quanto avançadas. A ideia era criar um conteúdo que pudesse auxiliar os usuários a extrair o máximo que o Windows 7 oferece. Eu, como inquieto fuçador, gosto de compartilhar as descobertas com os outros.

E quero agradecer aos amigos da Universo Editorial por mais uma oportunidade de contribuir com a editora – pra quem não sabe, este é o segundo livro que publico. O primeiro foi baseado no Windows Vista.

Feita a propaganda, espero que os leitores comprem o livro aos milhões e garantam que eu escreva sobre o Windows 8, quando for lançado.

Os nomes das empresas de tecnologia

Posted by Emilio Calil On julho - 13 - 2010 COMENTAR

O pessoal do site Crenk publicou uma matéria interessante sobre a origem dos nomes de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo. Alguns eu já conhecia, outros foram novidade para mim. A matéria original pode ser lida aqui, mas, se você estiver com preguiça, fiz o favor de traduzir o texto como segue abaixo:

Apple Computers
É a fruta favorita do fundador da empresa, Steve Jobs. Ele estava três meses atrasado para encontrar um nome para a companhia e ameaçou chamá-la de Apple Computers se seus colegas não sugerissem um nome melhor até às 17h.

CISCO
Não é um acrônimo como se acredita por aí. É apenas uma abreviação de San Franciso.

Compaq
Esse nome foi formado pelas palavras COMp, de computador, e PAQ para denotar um objeto pequeno.

Corel
O nome foi derivado do nome de seu fundador, Dr. Michael Cowpland. São as iniciais de COwpland REsearch Laboratory.

Google
O nome começou como uma brincadeira sobre o grande número de informação que o mecanismo de busca seria capaz de pesquisar. Originalmente foi chamado de ‘Googol’, uma palavra para o número representado por 1 seguido de 100 zeros. Após seus fundadores – os estudantes Sergey Brin e Larry Page – apresentarem o projeto para um investidor, eles receberam um cheque nominal à empresa ‘Google’.

Hotmail
O fundador Jack Smith teve a ideia de acessar e-mails via web de um computador em qualquer lugar do mundo. Quando Sabeer Bhatia veio com o business plan para o serviço de e-mail, ele tentou todos os tipos de nomes que terminassem em ‘mail’ e finalmente optou por Hotmail por conter as letras “html” – a linguagem de programação utilizada nas páginas da web. Inicialmente o nome era grafado HoTMaiL, destacando as letras maiúsculas.

HP – Hewlett Packard
Bill Hewlett
e Dave Packard disputaram no cara-ou-coroa para decidir se a empresa seria chamada de Hewlett-Packard ou Packard-Hewlett.

Intel
Bob Noyce e Gordon Moore queriam nomear sua nova empresa como ‘Moore Noyce’, mas esse nome já estava registrado por uma rede de hotéis, portanto, eles optaram pelo acrônimo de INTegrated ELectronics.

Lotus (Notes)
Mitch Kapor
obteve o nome da sua empresa da ‘Posição de Lótus’ ou ‘Padmasana’. Kapor era instrutor da Meditação Transcendental de Maharishi Mahesh Yogi.

Microsoft
Nome criado por Bill Gates para representar a companhia dedicada a MICROcomputer SOFTware. Inicialmente grafada como Micro-Soft, o nome perdeu o hífen posteriormente.

Motorola
O fundador Paul Gavin surgiu com esse nome quando sua empresa começou a fabricar rádios para automóveis. Naquela época, a popular empresa era conhecida como Victrola.

ORACLE
Larry Ellison
e Bob Oats trabalhavam em um projeto de consultoria para a CIA. O codinome do projeto era chamado ‘Oracle’ (a CIA via isso como um sistema para obter respostas para todas as questões ou coisa semelhante). O projeto foi criado para ajudar a utilizar a nova linguagem SQL criada pela IBM. Esse projeto foi cancelado, mas Larry e Bob decidiram terminar o que começaram e partilhar com o resto do mundo. Eles mantiveram o nome Oracle e criaram o sistema RDBMS. Mais tarde adotaram o mesmo nome para a empresa.

Sony
O nome originou-se da palavra ‘sonus’, que significa som em latim, mas sony não possui significado ou tradução. Já ‘sonny’(com dois ‘n’) é uma gíria usada por americanos para se referir a jovens brilhantes.

SUN
Fundada por quatro colegas da Stanford University, SUN é o acrônimo de Stanford University Network. Andreas Bechtolsheim construiu um microcomputador; Vinod Khosla recrutou a ele e Scott McNealy para fabricarem computadores baseados nesse protótipo. E Bill Joy desenvolveu o sistema operacional baseado em UNIX para esse computador.

Yahoo!
A palavra foi inventada por Jonathan Swift e utilizada em seu livro ‘As Viagens de Gulliver’. Ela representa uma pessoa repulsiva na aparência e nas ações, não sendo quase humana. Os fundadores do Yahoo!, Jerry Yang e David Filo, escolheram esse nome por considerarem a si mesmos yahoos.

Legend of the Guardians

Posted by Emilio Calil On abril - 4 - 2010 1 COMENTARIO

Não sou fã de animações com bichos – geralmente são filmes bobos, sem graça, enfadonhos e previsíveis. Mas acho que Legend of the Guardians (site oficial) pode me fazer mudar de opinião. Talvez eu dê uma chance pra ele no cinema. Gostei bastante do trailer (abaixo):

O filme é baseado na série de 15 livros Guardians of Ga’Hoole. Não sei absolutamente nada sobre a história e nem quero me aprofundar muito. Mas pelo menos não parece ser um candidato a “novo Harry Potter“. Enfim, é espera pra ver.

Mais vagas disponíveis

Posted by Emilio Calil On março - 1 - 2010 COMENTAR

Já posso pensar em abrir uma empresa de RH. Mais duas vagas para quem estiver interessado:

• Estagiário de Direito
• Secretária

Os candidatos devem enviar seus currículos para aline@advariovaldo.com.br

Vagas para equipe de Web

Posted by Emilio Calil On fevereiro - 25 - 2010 1 COMENTARIO

Se alguém estiver interessado, estou precisando de três novos membros para integrar minha equipe. Seguem abaixo os detalhes:

DESENVOLVEDOR WEB (2 VAGAS)
Conhecimentos necessários:
• CSS
• Tableless
• HTML
• JavaScript
• XML
• XSLT

Diferenciais:
• .NET
• Inglês

ASSISTENTE DE ARTE (1 VAGA)
Conhecimentos necessários:

• Photoshop
• Flash
• Prática em criação de banners, e-mail marketing e projetos gráficos de sites.

Diferenciais:
• Silverlight
• Flash – Action Script 3

Interessados, por favor, mandem um e-mail com CV para ecalil@tv1.com.br

O Pequeno Pardal

Posted by Emilio Calil On janeiro - 24 - 2010 1 COMENTARIO

De vez em quando, nas manhãs de sábado, gosto de levantar cedo e caminhar pelas ruas do bairro. Nenhum trajeto especial – deixo as pernas escolherem o destino. Numa dessas incursões, meses atrás, parei para fuçar alguns DVDs em promoção. Na gôndola, em meio a diversos títulos, vi o filme Piaf – Um Hino Ao Amor (La Môme – 2007) dando sopa. Como aprecio as músicas de Edith Piaf e já tinha ouvido falar bem dessa cinebiografia, não pensei duas vezes e arrematei-a.

Em seguida, parei para um café. Entre mordidas no pão de queijo, peguei o filme para ler a sinopse. Na hora de pagar a conta, o dono do café puxa conversa: “Notei que você está com o filme da Edith Piaf. É muito bom, minha esposa e eu adoramos. Você fez uma ótima compra”. Saí de lá duplamente feliz. Primeiro, pela certeza de ter comprado um bom filme e, segundo, pela boa conversa com o dono do café, de cultura admirável.

Mas por pura falta de tempo, o DVD acabou esquecido e empoeirado na prateleira, junto a outros filmes – alguns ainda lacrados – que comprei e esperam na fila para serem vistos. Pois bem, neste fim de semana consegui um tempinho e resolvi dar uma chance à La Môme Piaf (Pequeno Pardal).

Talvez o termo para descrever o filme deva ser usado no próprio idioma de Piaf: Ces’t magnifique! Conhecia pouco da vida da famosa cantora francesa e o que eu esperava era uma boa biografia musical e uma excelente atuação de Marion Cotillard, muito elogiada (e premiada) pela crítica internacional. Mas nem eu nem minha noiva estávamos preparados para uma tragédia. Acho que a vida de Edith Piaf pode ser definida assim: trágica. Trágica e ao mesmo tempo gloriosa. A impressão que se tem ao final do filme é que Piaf não conheceu a felicidade. Mesmo indo da pobreza à fama e fortuna, poucos momentos de sua vida parecem ter sido realmente felizes.

O filme possui uma sequencia cronológica linear que é permeada por flashbacks (e flashforwards), a fim de não perder tempo explicando demais certos detalhes. A fórmula funciona bem, mas em certos momentos a falta de explicação é um problema, como na cena do encontro com a cantora Marlene Dietrich, que me fez buscar mais detalhes na internet para entender.

A fotografia é soberba e a reconstituição da Paris dos anos 20/30/40 é impecável. Tão impecável que, juntamente com a atuação de Marion Cotillard (de levar às lágrimas), fica a impressão de que você não está vendo um filme, e sim uma janela para o passado em que presencia os fatos na vida de Edith tal como eles foram.

Enfim, fica a dica para quem está procurando um ótimo filme em que possa ‘entrar’ na história e se perder na vida de uma das maiores cantoras francesas de todos os tempos. Siga o conselho do dono do café sem medo: É uma ótima aquisição.

Abaixo, o trailer:

De volta aos 80

Posted by Emilio Calil On outubro - 14 - 2009 1 COMENTARIO

Trailer do filme Os Mercenários (The Expandables):

Não sei você, mas eu tive uma forte sensação de nostalgia ao ver esse trailer. Um grupo de guerrilheiros mercenários durões que resolve depor um ditador sul-americano e acaba explodindo metade do país? Isso é puro anos 80! Sem falar no elenco: Sylvester StalloneJason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Terry Crews, Mickey Rourke, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger.

O que mais você pode querer? A história será horrível, claro, mas e daí? Filmes assim não são feitos pra criar debates filosóficos, mas para garantir boas risadas vendo meia-dúzia de mercenários chutando o traseiro de todo o exército de um país.

Mal posso esperar pela estréia!

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