03/09/2010

Emilio Calil :: Blog

Comentando o cotidiano

Vai Juventus!

Posted by Emilio Calil On maio - 17 - 2010 6 COMENTARIOS

Ano de Copa do Mundo. E também de eleições. Quem criou o famoso ditado popular “desgraça pouca é bobagem” devia ter em mente anos como este. Detesto futebol. E detesto política. Ou melhor, de política até gosto, não gosto é de políticos. Mas futebol não tem jeito.

Na verdade, nada tenho contra o esporte em si. O problema é toda essa euforia sem sentido dos brasileiros em torno do futebol, como se cada partida de um campeonato fosse questão de vida ou morte para milhões de acéfalos – e em alguns casos, acaba sendo mesmo.

Ora, que é o futebol se não vinte e dois jogadores correndo noventa minutos atrás de uma bola que, em última análise, é mais inteligente do que eles? Nunca me interessei por isso, nem quando criança. E não foi por falta de incentivo. Meu pai costumava jogar, todos os domingos, em campos localizados na região do Itaim Bibi. E sempre levava a mim e a meus irmãos com ele. Hoje o nome de alguns desses campos evoca certa nostalgia, sendo que Itororó e Clube do Mé são os mais fortes em minha lembrança. Este último, por sinal, sofrera uma matreira pichação nossa – se é que podemos chamar assim alguns rabiscos de giz de cera – e seu nome pintado na parede foi rebatizado para “Clube do Mélda”. Coisas de moleque.

As lembranças que tenho daquelas manhãs de domingo não se relacionam ao futebol, mas a aventuras desbravando trilhas no mato, piqueniques, escalando morros, fugindo de cachorros e assistindo a campeonatos de motocross numa pista ali perto. Com o tempo, troquei aquilo por Transformers, Thundercats e Superamigos na tevê. Os videogames viriam muito tempo depois.

Mas falava de futebol. Mesmo crescendo nesse meio, meu interesse no assunto é nulo. E por isso não entendo esse sentimento exacerbado dos torcedores, que riem, choram, gritam, xingam, brigam e se desesperam a troco de nada. Fora as filas quilométricas para comprar ingressos – alguns faltam ao trabalho ou pedem demissão para assistir a um jogo. A mídia, cúmplice dessa patacoada, tira proveito e enaltece esse comportamento, passando a sensação de que o jogo é mais importante do que qualquer coisa na vida. Empregassem os imbecis toda essa energia em algo útil, estaríamos entre as grandes potências do planeta.

E acho que é daí que vem meu desgosto pelo futebol. Esse esporte se tornou uma poderosa barreira contra nossa evolução. Eu poderia nutrir maior interesse ou até ir a estádios se o futebol fosse encarado como aquilo que realmente é: apenas um jogo. Para mim, essa história de paixão por times é pura falta de cultura de quem não tem capacidade de se apaixonar por assuntos mais nobres. Nas Copas do Mundo, sempre torço contra o Brasil, para que perca logo e impeça o agito de bandeiras e sopro de cornetas o quanto antes.

Outro problema que o futebol cria para mim é a falta de assunto. Ao almoçar com colegas de trabalho, é fácil falar de tecnologia, filmes, livros, viagens, etc. Mas quando caem no futebol, só resta me calar. Sequer sei a diferença de um zagueiro para um meio-de-campo, então não consigo manter conversa. Mas para isso encontrei a solução. Tenho prestado atenção nas conversas alheias sobre o tema, e acabo decorando uma ou outra frase de impacto que denote forte opinião sobre o assunto. Pronto, basta encaixar essas frases no momento certo e obtenho uma conversa animada. Eu não faço a mínima ideia do que estou falando, mas acredito que meus interlocutores também não.

Dia desses, entretanto, acordei diferente. Não sei bem por que razão, decidi que eu precisava de um time para torcer. Mas não queria nenhum desses grandes nomes. Então lembrei que meu bairro tem seu próprio time – o Juventus – e até um estádio homônimo. Fui atrás de maiores informações e descobri que o time é péssimo, não ganha jogo algum e vive nas divisões mais baixas. Ora, pensei, é esse mesmo! Se quiser torcer pra algum time, ainda que por brincadeira, que seja um time ruim, sem destaque e que não cause decepções, uma vez que a expectativa é a de derrota. Decepcionado ficarei se ele passar a ganhar os jogos. Aí serei obrigado a abandoná-lo.

Hoje, se me perguntam para qual time eu torço, respondo com um grande sorriso: Juventus! As pessoas me olham de lado, curiosas, como se eu tivesse dito que acabei de chegar de Marte. O que me deixa a sensação de que estou no caminho certo.

Vai Juventus!

Até 2010

Posted by Emilio Calil On dezembro - 30 - 2009 COMENTAR

Último post do ano. Há mais de dois meses que não escrevo nada por aqui. Uma pequena reviravolta tanto na minha vida profissional quanto na pessoal acabaram por consumir todo meu tempo nesses últimos meses. De fato, assunto para escrever é o que não faltou. Faltou mesmo foi tempo.

Há alguns assuntos pendentes para publicar aqui – inclusive tenho até o texto pronto – mas prefiro deixar para os próximos posts. Como o teor está longe de ser agradável, melhor terminar o ano apenas com coisas que nos deixem alegres.

Olhando para trás e analisando o balanço geral, posso dizer que 2009 não foi um dos meus melhores anos. Mas está terminando muito bem e com promessas para um novo ano sensacional.

Aos leitores, amigos, colegas e conhecidos, só posso desejar a mesma coisa: Que o ano novo que se aproxima seja realmente sensacional para todos.

Santé!

De volta aos 80

Posted by Emilio Calil On outubro - 14 - 2009 1 COMENTARIO

Trailer do filme Os Mercenários (The Expandables):

Não sei você, mas eu tive uma forte sensação de nostalgia ao ver esse trailer. Um grupo de guerrilheiros mercenários durões que resolve depor um ditador sul-americano e acaba explodindo metade do país? Isso é puro anos 80! Sem falar no elenco: Sylvester StalloneJason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Terry Crews, Mickey Rourke, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger.

O que mais você pode querer? A história será horrível, claro, mas e daí? Filmes assim não são feitos pra criar debates filosóficos, mas para garantir boas risadas vendo meia-dúzia de mercenários chutando o traseiro de todo o exército de um país.

Mal posso esperar pela estréia!

Tempestade na África

Posted by Emilio Calil On agosto - 7 - 2009 2 COMENTARIOS

Existem certos feitos que impressionam e nos estampam um sorriso no rosto, nem tanto pela originalidade, mas pela composição em si. O vídeo abaixo é um exemplo disso:

E para as ‘crianças’ que não conhecem essa música, é Africa, do grupo Toto. Coisa dos anos 80, sabe?

Remember the 80's & 90's

Posted by Emilio Calil On maio - 20 - 2008 COMENTAR

Quando me mostram algum grupo musical atual de qualidade duvidosa – e há centenas deles por aí – costumo fazer logo uma crítica pesada e emendo dizendo que as décadas de 80 e 90 foram bem melhores em questão de música. Se você concorda comigo, é melhor pensar duas vezes. Antes de falar mal de coisas como Bro’z, KLB ou RBD, lembre-se de que o vídeo abaixo já foi sucesso na sua época (o ápice ocorre aos 02min03seg):

Até breve, meu amigo

Posted by Emilio Calil On abril - 17 - 2008 3 COMENTARIOS

Somam-se aí uns dezesseis anos desde que quis ser desenhista de histórias em quadrinhos. Sempre gostei de desenhar e resolvi seguir essa carreira. Ingressei no colegial técnico de Desenho de Comunicação da Escola Carlos de Campos junto com um grande amigo, Celso Kitamura, que estudara comigo no ginásio.

Eu estava convicto de que me tornaria desenhista de quadrinhos, bem como meu novo colega de sala, Rodrigo Pereira. Reunimos uma turma que pensava da mesma forma e produzimos um fanzine, o Target Comics, lançado em 1992. A proposta era criar algo com qualidade acima da média e muito humor. A fórmula deu certo, ganhamos destaque, o jornal O Estado de S. Paulo nos considerou um dos “melhores fanzines de São Paulo” e chegamos a enviar edições para Portugal. O Target durou seis números e depois perdemos o pique, nos interessamos por outras coisas, não havia mais tempo, etc.

Eu notei que gostava de desenhar como hobby, não como profissão. O Celso formou-se em engenharia e se aventurou em análise de sistemas, mas mantém a chama da juventude administrando o site Universo Transformers. Abandonei os desenhos aos poucos, até perceber que esse não era meu futuro. Hoje trabalho com algo que nada tem a ver com quadrinhos. Da velha turma, o Rodrigo foi o único que nunca desistiu. Ele se dedicou, aperfeiçoou seu estilo e arriscou-se no mercado.

Acabamos perdendo contato – não tínhamos internet na época. Vez ou outra nos encontrávamos para colocar os assuntos em dia. Rodrigo, agora sob o nome artístico de Rod Pereira (veja o blog dele aqui), continuava empenhado em seu sonho e realizou trabalhos para editoras no exterior, chegando até a desenhar histórias de Star Wars. Ele também desenhou algumas HQs nacionais como Spirits of Amazon, na década de 90, e Ronin Soul, já em 2005. Ainda lembro que, há poucos anos, cogitamos montar um estúdio com outros amigos, onde passaríamos o dia desenhando. Eu já me ‘aposentara’ como desenhista, mas a idéia de voltar a esse mundo foi tentadora. Rodrigo decidiu trabalhar também com concept art, que são os desenhos feitos como base para produzir filmes ou jogos de videogame.

E é com surpresa e alegria que recebo a notícia de que Rodrigo está deixando o Brasil rumo à Austrália, para se fixar como artista conceitual de uma empresa de videogames. Surpresa porque a notícia veio de repente; alegria pelo reconhecimento de todos esses anos e esforços dedicados a um sonho. Nada mais justo.

Que posso eu dizer a não ser desejar a ele e sua esposa toda a sorte do mundo? Uma oportunidade dessas deve ser agarrada com unhas e dentes. Mas, ao mesmo tempo em que me alegro, também surge aquela ponta de tristeza – afinal, é uma amizade que vem desde 1991.

Lembro das tardes em que o Rodrigo, o Celso e eu passávamos desenhando o Target, procurando um xerox decente, indo até a Consolação para imprimir em offset e grampeando revista por revista. Assustador perceber que já faz tanto tempo e lembrar como se fosse ontem. Mas fica o exemplo de alguém que acreditou em um objetivo e lutou por isso, mesmo com gente acreditando que esse não era um caminho frutífero – e eu me incluo nesses últimos.

Boa viagem, meu caro, e venha nos visitar quando puder. Mas não pense que vai se livrar do Target Comics assim tão fácil. Tenho planos para um retorno online das histórias e suas contribuições são obrigatórias, esteja morando no Brasil ou na Austrália.

A Super Máquina: 25 anos depois

Posted by Emilio Calil On março - 3 - 2008 2 COMENTARIOS

Um vôo de sombras ao mundo perigoso de um homem que não existe. Michael Knight: Um jovem solitário em uma cruzada para defender as causas do inocentes, dos desamparados, dos fracos e oprimidos em um mundo de criminosos que sobrepõem a lei.

Assisti ao episódio-piloto da nova versão de Knight Rider, conhecida no Brasil como Super Máquina. Quem viveu a infância nos anos 80 lembra bem dessa série, onde o justiceiro Michael Knight combatia o crime ao volante de KITT, um indestrutível Pontiac Trans-Am preto dotado de inteligência artificial – e um pouco de sarcasmo. Aquele carro – junto ao inigualável Mach 5 – povoou meus sonhos de garoto que, ingênuo, acreditava ser KITT realmente capaz de falar e fazer todas aquelas acrobacias mirabolantes. Bons tempos.

Pois bem, Knight Rider retorna à TV. A nova série já ganha pontos por não ser remake, mas continuação direta da original. O novo piloto de KITT é Mike Traceur, filho de Michael Knight, e trabalha com o criador dos carros (o antigo e o novo), Charles Graiman, interpretado pelo arroz-de-festa Bruce Davison. E por falar em KITT, a nova ‘super máquina’ agora é um Ford Mustang Shelby GT500KR de cair o queixo. Para alegria dos fãs, as famosas luzes vermelhas continuam no capô.

Infelizmente, se você estava acostumado à antiga dublagem em português, onde o carro tinha voz grave e fortes tons sarcásticos, estranhará o calmo e insípido Val Kilmer como KITT, que não consegue dar ‘personalidade’ ao carro. Talvez melhore nos futuros episódios. As habilidades do veículo ainda não foram exploradas. Sabe-se que o carro é feito com nanotecnologia e se auto-regenera de avarias, além de se ‘camuflar’ em variações do Mustang. Senti falta do famoso salto sobre obstáculos. Quem sabe mais pra frente.

A história em si é fraca e repleta de clichês, com direito ao momento em que o herói desiste de pilotar KITT, mas volta atrás devido ao senso de justiça responsabilidade. O clímax do elo com a série antiga é a brevíssima aparição de um velho e acabado David Hasselhoff, que revive seu papel como Michael Knight. É o momento em que, inevitavelmente, voltamos ao passado. Outra surpresa é o nome de Glen A. Larson nos créditos. Larson, que hoje deve ter uns setecentos anos, foi o produtor do primeiro Knight Rider, além de inúmeras outras séries.

Mas não se deixe enganar pelos clichês, pois a série de 1982 também era cheia deles. Leis da física são desafiadas sem constrangimento (KITT, parado, é atingido por um furgão e não se move um milímetro), mas você acaba perdoando tudo isso. Em uma época onde as séries precisam de mistérios complexos para atrair a atenção, a ingenuidade faz dessa nova Super Máquina uma continuação à altura da original. Recomendo.

TRAILER:
http://www.youtube.com/watch?v=-Xmw9pgy5Mg&feature=related

PREVIEW DE 2 MINUTOS:
http://www.youtube.com/watch?v=7e9wgshS0qI

Obrigado, Zé!

Posted by Emilio Calil On dezembro - 18 - 2007 4 COMENTARIOS

Vão aí uns bons vinte e cinco anos, senão mais. Os ponteiros do relógio arrastavam-se pesadamente para dar as doze badaladas, quando champanhes estourariam, brindes seriam feitos e as ceias, servidas.

Para nós, crianças, o interesse era apenas um: os presentes. A ansiedade aumentava à medida que o ponteiro dos segundos se movia. Então, como que em resposta àqueles momentos de tensão, a campainha toca. Quem seria a esta hora? Ouve-se, vindo do corredor, o ‘ho ho ho’ que precedia a entrada do personagem mais aguardado nessa época do ano.

Pela porta da sala – tudo bem, não tínhamos chaminé – ele surge. Não tão gordo como parecia na TV. A barba também não tão comprida – era até rala. A portentosa voz era, ao vivo, um tanto mirrada, denotando que o peso da idade não fora gentil com ele. Além do mais, parecia muito com um amigo do meu avô.

Acho que éramos os últimos da lista dele, pois o saco ficou vazio ao nos entregar os presentes. Finda a missão, começou a se despedir. A família toda vibrava, mas nós nos limitamos a agradecê-lo educadamente. Ao passar pela porta, rumo ao corredor, ele faz um último aceno, ao qual meu avô responde com um animado grito: Obrigado, Zé!

Cinema Paradiso

Posted by Emilio Calil On outubro - 28 - 2007 1 COMENTARIO

Há anos queria assistir a Cinema Paradiso e sempre me faltava oportunidade – ou simplesmente esquecia do filme. Sábado passado resolvi compensar essa falta e obriguei-me a vê-lo. Tinha trabalhado quinta e sexta-feira direto, varando a noite para entregar um projeto, e estava absurdamente exausto. Por isso, no sábado dei a mim mesmo algumas horas de descanso.

Aproveitei, então, para assistir Cinema Paradiso. E vi logo a versão estendida, com 50 minutos a mais. Assisti pelo micro, sozinho e com fones de ouvido.

Quem me conhece sabe do meu apego pelo passado, pela nostalgia. E Cinema Paradiso foi um golpe baixo, pois tocou justamente nessa minha ferida, deixando-me boquiaberto e com os olhos marejados. No lançamento do filme em VHS, no início dos anos 90, ouvi uma senhora na locadora dizendo que quis mostrar o filme ao pai, mas este se recusou afirmando que “não iria agüentar”. Não entendi na época, mas hoje isso me faz todo o sentido.

Ao terminar de assistir, pensei em escrever dúzias de parágrafos para tentar transmitir tudo o que eu estava sentindo. Mas uma rápida busca no Google mostrou que centenas de pessoas já haviam escrito tudo o que era preciso escrever sobre Cinema Paradiso. Eu nada tinha a acrescentar.

Duas seqüências, entretanto, devo destacar aqui: A cena em que o personagem Totó, agora velho, entra em seu antigo quarto e vê todos os objetos e fotos que fizeram parte da sua infância – aí já fiquei com um nó na garganta. A segunda é – obviamente – o final do filme. Se antes me esforcei para não derramar lágrima na cena do quarto, o fim do filme derrubou todas as minhas defesas. Só posso recomendar a quem ler este meu texto que, se ainda não viu ao filme, corra! É algo que foge a explicações convencionais. Só vendo para entender.

E o que falar da trilha sonora composta por Ennio Morricone? Ela beira o espetacular e dá ao filme o tom necessário para levar os espectadores às lágrimas. Há uma versão cantada do tema, interpretada pelo cantor Josh Groban, que também toca fundo na alma. Você pode vê-la aqui.

Abaixo, a letra da música:

Se tu fossi nei miei occhi per un giorno
Vedresti la bellezza che piena d’allegria
Io trovo dentro gli occhi tuoi
Ignaro se magia o realtà

Se tu fossi nel mio cuore per un giorno
Potreste avere un’idea
Di ciò che sento io
Quando m’abbracci forte a te
E petto a petto noi
Respiriamo insieme

Protagonista del tuo amor
Non so se sia magia o realtà

Se tu fossi nella mia anima un giorno
Sapresti cosa sento in me
Che m’innamorai
Da quell’istante insieme a te
E ciò che provo è
Solamente amore

Agradável surpresa

Posted by Emilio Calil On setembro - 25 - 2007 3 COMENTARIOS

Recebi, dias atrás, um e-mail do pessoal do Jornal da Mooca, que descobriu meu blog sobre o bairro. Gostaram do meu trabalho e pediram autorização para publicar um texto meu. Confesso que fiquei surpreso com o pedido, pois fazia meses que não atualizava o blog.

Logicamente, autorizei com o maior prazer. O Jornal da Mooca é uma publicação específica sobre o bairro, que traz artigos sobre o comércio, habitantes e atividades em geral da região. O jornal possui uma seção chamada “Filhos da Terra“, onde homenageia um morador a cada edição. E qual não foi meu espanto ao chegar em casa hoje e ver meu rosto estampado logo na capa do jornal, remetendo ao artigo “Filhos da Terra“. Confesso que não esperava e isso foi uma agradável surpresa.

Amigos que moram no bairro enviaram e-mails me parabenizando (antes mesmo de eu ter visto a publicação). Gostei muito do trabalho do pessoal do Jornal da Mooca, em especial da Diretora, Marcelle Fernandes, que foi extremante solícita e profissional.

Ficam aqui meus votos de sucesso ao jornal e espero, no futuro, poder colaborar com novos artigos.

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