O mundo vai acabar em 2012. É o que nos dizem as profecias maias. Mas, parando pra pensar, se os maias não existem mais, então o fim do mundo já aconteceu – pelo menos pra eles. Que mais não seja, já estou cansado de ver documentários na TV e artigos abordando essa bobagem com ar de seriedade. Ora, o homem não consegue sequer chegar a um acordo sobre o clima (o planeta vai esquentar ou esfriar?) e quer estipular uma data para o fim de tudo? É muita pretensão.
Espertalhão, Roland Emmerich, o cineasta apocalíptico que já nos brindou com pérolas como Godzilla, Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, pegou carona no tema e apressou-se em produzir mais um filme-catástrofe intitulado – vejam só – 2012 (veja o trailer). A ‘catástrofe’ estréia no final de 2009. Claro, porque é preciso faturar com as bilheterias e, depois, com o DVD. Se ele deixar para lançar em 2012, o mundo acaba e ninguém vê o filme.
Pois bem, tenho permanecido cético sobre o assunto, apesar dos ‘sinais e alertas’ deixados pelos maias. Entretanto, indo para uma reunião hoje cedo, acredito ter recebido um desses sinais proféticos – o qual registrei rapidamente no celular (perdoem a qualidade). Parado no trânsito, eis que vejo na placa do carro ao lado:

Será que é hora de começar a me preocupar?


