Este link leva a um texto do Ipojuca Pontes que exprime, com propriedade, porque eu nunca – jamais! – gastei ou gastarei meu dinheiro com esse despautério chamado ‘cinema nacional’, que é nada mais do que esbanjamento de dinheiro público com perda de tempo.
Podem dizer que “é bom”, que tem “qualidade de filme estrangeiro”, que as “interpretações são ótimas” ou até que eu deveria “prestigiar o trabalho nacional”. Uma ova! Ninguém me convence a perder meu tempo com porcarias. E agora, a julgar pelo texto do Ipojuca, os cineastas brasileiros, fracassando na inútil missão de atrair o público para ver seus filmes, querem torná-los obrigatórios. Se depender de mim, vão ficar querendo.
