03/09/2010

Emilio Calil :: Blog

Comentando o cotidiano

Enfim, os porquês

Posted by Emilio Calil On abril - 29 - 2008 COMENTAR

A leitora Priscilla parece ter encontrado as respostas para minhas indagações do texto anterior, como se pode ver lá nos comentários. Desconsiderando que minha retórica usava de sarcasmo, ela se empenhou em encontrar algumas respostas. Mas acabou, com isso, gerando outras questões. Por exemplo:

Sobre a Veja:

Não é que a Veja é mentirosa, ela apenas quer “manipular” o pensamento das pessoas (assim como a rede globo), p/ que as mesmas acreditem em tudo o que ela diz…

Mas dessa forma, Priscilla, se a Veja não é mentirosa, você acabou de afirmar que a revista manipula o pensamento das pessoas dizendo… a verdade. Quem lê a verdade, então, está sendo manipulado? E antes que você responda, sim, estou sendo sarcástico. Mas parece que você ignora o fator ‘interpretação de texto’. Você lê e interpreta, não apenas engole a notícia. Você não deve acreditar em tudo o que lê, mas sim tirar suas próprias conclusões.

Sobre a gasolina:

Não é que a nossa gasolina é uma das mais caras do mundo. Você já foi aos EUA? Bom, ñ é apenas a Petrobrás que nos fornece gasolina, mas a dela é a mais cara aqui, porque é a de melhor qualidade.

Mas você não explicou por que se somos auto-suficientes em petróleo (e isso é uma grande mentira), temos que pagar tão caro pela gasolina. Nos EUA, cada galão (3,78 litros) custa em média de 20 a 30 centavos de dólar na Flórida, o que equivale a R$ 0,13 por litro. E mesmo nesses tempos de crise, em que o galão poderá atingir US$ 3,60, o litro ficaria em torno de R$ 1,61. Aqui, o litro custa quase R$ 2,50 sem crise. Aliás, sendo a Petrobras estatal, é o meu dinheiro que foi usado na extração do petróleo. Não seria lógico os postos BR me oferecerem gasolina de graça, uma vez que eu já paguei por ela?

Sobre índios:

Bom, não é que o Brasil se esforça pra que os índios continuem sendo índios, é que os índios são e querem ser índios, já perguntou a algum deles se ele gostaria de “viver na civilização como um homem branco”? Poxa, quando os portugueses chegaram queriam fazer dos índios, escravos, porém a Igreja não deixou, catequizando-os e “querendo transformá-los em homens brancos”, agora que eles “são realmente índios”, reclamam?

Honestamente? Triste do país que ainda tenha índios vivendo como índios. E não me venham falar em preservar a cultura, porque culturas são preservadas mesmo com a evolução dos povos. Do contrário, não seria lógico que os povos nórdicos ainda fossem vikings? Um amigo ainda meu deu o exemplo dos judeus, que chegaram ao século XXI aproveitando o que de melhor a civilização oferece e nem por isso deixam seus costumes e tradições de lado.

Além disso, o índio brasileiro é o supra-sumo da vagabundagem. Não trabalha, não caça, não planta, não faz nada. Só exige mais e mais terras ao governo, mas nada dá em troca. Já conheci pessoas que viveram no meio de índios e confirmam isso. As tribos aprendem técnicas de guerrilha das FARC e do MST e expulsam gente que realmente trabalha nas lavouras – gente que é tão brasileira quanto os índios. Querem uma reserva para si? Ótimo, mas que fiquem dentro desses espaços e sobrevivam da caça e do cultivo da terra, sem ajuda externa – aliás, o que é de índio desfilando por aí com bermuda da Adidas não é brincadeira. Cadê a tradição?

Agora, se exigem terras, comida, auxílio isto e aquilo, que dêem algo em troca. Que contribuam para o desenvolvimento da nação. Como? Trabalhando, claro. Por que um índio não pode ser metalúrgico, médico, advogado ou desenhista? Além disso, muitas tribos realizam o infanticídio de bebês que nascem deficientes, com manchas na pele ou até gêmeos. Devemos permitir o assassinato de recém-nascidos em nome da ‘preservação da cultura’? Não seria o mesmo que justificar terroristas islâmicos apenas por que a violência faz parte das suas ‘culturas’? E o que dizer do cacique Paulinho Paiakan que, em maio de 92, estuprou a estudante Sílvia Ferreira e ficou por isso mesmo? Permitiremos o estupro em nome da cultura?

Se existe hoje uma massa de manobra que está sendo mobilizada em favor de interesses obscuros, com certeza não são os leitores da Veja, cara Priscilla, mas sim os índios, entre outros. Para ajudar a ampliar sua visão sobre o assunto, sugiro este excelente e-book: Ianoblefe. É leitura comprida, mas bastante esclarecedora.

Por quê?

Posted by Emilio Calil On abril - 24 - 2008 5 COMENTARIOS

• Por que uma mesma pessoa que se diz contra a indústria tabagista é favorável à liberação das drogas?

• Por que no Brasil esforça-se tanto para que os índios continuem vivendo como… índios?

• Por que sempre que você apresenta opinião contrária à de um petista, é chamado de reacionário, fascista e escravo do imperialismo?

• Por que tem gente que acredita que as mazelas do mundo são culpa do capitalismo?

• Por que é proibido fazer apologia ao nazismo, mas não ao comunismo?

• Por que é quase heresia dizer que Chico Buarque é ruim demais?

• Por que tem gente que diz que a revista Veja é mentirosa, se as reportagens dela acabam se confirmando?

• Por que os brasileiros têm que trabalhar quase cinco meses apenas para pagar impostos?

• Por que nossa gasolina é uma das mais caras do mundo se a Petrobras disse que éramos auto-suficientes em petróleo?

• Por que as pessoas acreditam que PT e PSDB são partidos opostos?

• Por que dizem que Oscar Niemeyer é um gênio?

• Por que com tantos países fazendo doações para a África, ela continua um continente de miseráveis?

• Por que com mais de cem mil ONGs instaladas na Amazônia sob o pretexto de ‘protegê-la’, o desmatamento e as queimadas continuam a todo vapor?

• Por que a cada nova eleição as pessoas acreditam que as coisas vão melhorar, se na verdade fica tudo na mesma ou até piora?

• Por que preconceito contra homossexuais é crime, mas contra heterossexuais não?

• Por que a ministra da ‘Igualdade Racial’ disse que é normal os negros odiarem os brancos?

• Por que José Dirceu, José Genoíno e Benedita da Silva desapareceram da mídia?

• Por que as CPIs nunca chegam à conclusão alguma?

• Por que se eu continuar escrevendo essa lista de “por quês”, ela pode não acabar nunca?

Até breve, meu amigo

Posted by Emilio Calil On abril - 17 - 2008 3 COMENTARIOS

Somam-se aí uns dezesseis anos desde que quis ser desenhista de histórias em quadrinhos. Sempre gostei de desenhar e resolvi seguir essa carreira. Ingressei no colegial técnico de Desenho de Comunicação da Escola Carlos de Campos junto com um grande amigo, Celso Kitamura, que estudara comigo no ginásio.

Eu estava convicto de que me tornaria desenhista de quadrinhos, bem como meu novo colega de sala, Rodrigo Pereira. Reunimos uma turma que pensava da mesma forma e produzimos um fanzine, o Target Comics, lançado em 1992. A proposta era criar algo com qualidade acima da média e muito humor. A fórmula deu certo, ganhamos destaque, o jornal O Estado de S. Paulo nos considerou um dos “melhores fanzines de São Paulo” e chegamos a enviar edições para Portugal. O Target durou seis números e depois perdemos o pique, nos interessamos por outras coisas, não havia mais tempo, etc.

Eu notei que gostava de desenhar como hobby, não como profissão. O Celso formou-se em engenharia e se aventurou em análise de sistemas, mas mantém a chama da juventude administrando o site Universo Transformers. Abandonei os desenhos aos poucos, até perceber que esse não era meu futuro. Hoje trabalho com algo que nada tem a ver com quadrinhos. Da velha turma, o Rodrigo foi o único que nunca desistiu. Ele se dedicou, aperfeiçoou seu estilo e arriscou-se no mercado.

Acabamos perdendo contato – não tínhamos internet na época. Vez ou outra nos encontrávamos para colocar os assuntos em dia. Rodrigo, agora sob o nome artístico de Rod Pereira (veja o blog dele aqui), continuava empenhado em seu sonho e realizou trabalhos para editoras no exterior, chegando até a desenhar histórias de Star Wars. Ele também desenhou algumas HQs nacionais como Spirits of Amazon, na década de 90, e Ronin Soul, já em 2005. Ainda lembro que, há poucos anos, cogitamos montar um estúdio com outros amigos, onde passaríamos o dia desenhando. Eu já me ‘aposentara’ como desenhista, mas a idéia de voltar a esse mundo foi tentadora. Rodrigo decidiu trabalhar também com concept art, que são os desenhos feitos como base para produzir filmes ou jogos de videogame.

E é com surpresa e alegria que recebo a notícia de que Rodrigo está deixando o Brasil rumo à Austrália, para se fixar como artista conceitual de uma empresa de videogames. Surpresa porque a notícia veio de repente; alegria pelo reconhecimento de todos esses anos e esforços dedicados a um sonho. Nada mais justo.

Que posso eu dizer a não ser desejar a ele e sua esposa toda a sorte do mundo? Uma oportunidade dessas deve ser agarrada com unhas e dentes. Mas, ao mesmo tempo em que me alegro, também surge aquela ponta de tristeza – afinal, é uma amizade que vem desde 1991.

Lembro das tardes em que o Rodrigo, o Celso e eu passávamos desenhando o Target, procurando um xerox decente, indo até a Consolação para imprimir em offset e grampeando revista por revista. Assustador perceber que já faz tanto tempo e lembrar como se fosse ontem. Mas fica o exemplo de alguém que acreditou em um objetivo e lutou por isso, mesmo com gente acreditando que esse não era um caminho frutífero – e eu me incluo nesses últimos.

Boa viagem, meu caro, e venha nos visitar quando puder. Mas não pense que vai se livrar do Target Comics assim tão fácil. Tenho planos para um retorno online das histórias e suas contribuições são obrigatórias, esteja morando no Brasil ou na Austrália.

E fez-se a justiça

Posted by Emilio Calil On abril - 14 - 2008 COMENTAR

No blog do Reinaldo Azevedo, o colunista da Veja, Diogo Mainardi, nos brinda com hilárias boas novas, as quais reproduzo abaixo:

Reinaldo,
Aos leitores do blog que acompanharam o caso desde o comecinho, eu gostaria de informar que, na última sexta-feira, Paulo Henrique Amorim perdeu mais um processo contra mim. Das dez ações pelo artigo “A Voz do PT”, sobre o aparelhamento do iG, eu ganhei as dez.
Abraço,
Diogo

Quem entrar no blog do Amorim vai ver, ainda, a mensagem de que ele “está processando” Maindardi cível e criminalmente. Bom, o resultado do processo já sabemos, resta saber se Amorim irá publicar algum comentário a respeito.

Disse em crônica anterior que não desejo ver a esquerda desaparecer. E é verdade. Especialmente porque os esquerdistas proporcionam ótimos momentos de humor. O socialismo é, antes de tudo, uma grande piada.

Sobre respeito, tolerância e laicismo

Posted by Emilio Calil On abril - 10 - 2008 6 COMENTARIOS

Um amigo me pergunta por que não falo de religião no blog: “Você seguiu várias doutrinas, poderia falar com conhecimento sobre elas”. Poderia, mas não falo. Sim, peregrinei por vários caminhos, mas encontrei o que buscava e sosseguei. Não preciso discutir esta ou aquela religião. Eu seria um imbecil se saísse criticando outras doutrinas e enaltecendo a minha. Nada disso. Defendo justamente a liberdade de se seguir o caminho que achar melhor. Discutir o certo e errado dentro da própria fé é uma coisa, mas invadir filosofias alheias com o dedo em riste é inaceitável.

Cada pessoa tem a liberdade de crer no que quiser, desde que não tente impor sua opinião a outrem. Tenho um colega, por exemplo, que não se conforma com quem crê na Bíblia, mas discursa sem pudor sobre a vida dos habitantes da Atlântida. Defendo o direito a ter essa opinião, mas não o de atacar outras crenças para defender a sua. Se está convicto da sua fé, por que atacar as outras? Isso não quer dizer que não se deva questionar para entender uma doutrina. Acreditar cegamente sem perguntar os ‘porquês’ leva ao fanatismo.

“Entendo”, rebateu meu amigo, “mas aí você não poderia falar de política, pois cada um escolhe o lado que quiser”. De fato, até minha noiva reclama quando falo de política aqui. Mas há uma diferença.

Na religião, debate-se metafísica: Pode um cego enxergar pela fé? Os monges tibetanos levitam? Existe reencarnação? Isso só cria mais divergência, pois há religiões antagônicas. Além disso, não considero a internet bom lugar para o assunto. Prefiro conversa ao vivo, se necessário.

Na política é diferente, pois fica-se no mundo físico – diria que é mais ciência ‘exata’ do que ‘humana’. E ainda que eu critique a esquerda e o socialismo, não desejo bani-los em prol da direita e do capitalismo. Ao contrário, é bom ter um contrapeso para que um dos lados não se exceda. Já a esquerda quer silenciar qualquer idéia contrária, pois se presume perfeita. Bobagem, nenhum esquerdista ou direitista está livre de erros, por mais culto que seja.

Admirar pensadores ditos ‘de direita’ não me implica concordar com tudo o que dizem. Por exemplo, gosto dos textos de Olavo de Carvalho, mas o acho muito alarmista. O jornalista Reinaldo Azevedo é ótimo, mas dá seus escorregões. O escritor Janer Cristaldo domina a escrita como poucos, mas exagera em certos comentários. Aliás, Cristaldo é ateu e faz pesadas críticas a religiões, mas o fato de não concordar com ele não me impede de admirá-lo como escritor. No blog dele, ele escreve o que quer.

Também não aprecio a mistura de política e religião – principalmente políticos que usam religião para se promover. Sou favorável a um Estado laico que garanta liberdade religiosa. Podemos respeitar as leis do país e a religião sem conflitos. Por exemplo, se o aborto for legalizado, as religiões contrárias à idéia continuam aconselhando seus fiéis a não praticá-lo. Se a religião condena o homossexualismo, ela deve exortar que seus membros não pratiquem tais atos, sem jamais pregar contra os gays no mundo. Se Estado e Igreja divergem em um assunto, que sigam seu caminho sem interferir um no outro.

Por defender a liberdade é que me oponho à ideologia socialista, que não tolera críticas externas e nem faz autocrítica. Debatessem as esquerdas racionalmente, muito se aproveitaria. Mas preferem argumentos ad hominem, feito crianças birrentas. Além disso, o comunismo substitui Deus por ditadores e guerrilheiros. Transformam-se genocidas em santos. Foi assim com Lênin, Mao, Fidel, Che e outros. Escolher o caminho agnóstico por decisão própria é uma coisa, mas ser obrigado a renunciar sua fé é outra. Por mais íntegro, culto e respeitável que seja (e não é o caso de nenhum desses citados), homem algum é digno de louvor. Podemos admirá-los, seguir seus conselhos e imitá-los, mas lembrando que eles erram e devemos discordar. Quando ouço alguém defender o socialismo e se dizer cristão, espírita ou budista, não deixo de rir. O ingênuo defende a ideologia que destrói aquilo em que ele acredita.

Se me falam em tolerância com as diferenças, entendo que se deve aceitar passivamente qualquer provocação ou abuso dos tais ‘diferentes’. Não concordo. Se não tolero algo, não tenho que aceitá-lo. Não gosto de samba e pagode, não freqüento lugares que tocam samba e pagode. Quem gosta, divirta-se, mas não me chame. O mesmo vale para preferências religiosas, políticas e outras. Especialmente as que optam pela violência. Nesse caso, têm meu total repúdio – seja um governo ou uma religião.

Quando conheci Janer Cristaldo pessoalmente, ele jamais tentou me impor sua visão ateísta, mesmo conhecendo minha religião. Ambos sabíamos do ponto de vista do outro, não havia por que criar discussão. Mais do que tolerância, preferimos o respeito. Termino citando Voltaire:

Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-las.

Má influência para as crianças

Posted by Emilio Calil On abril - 9 - 2008 5 COMENTARIOS

O protótipo de ditador venezuelano, Hugo Chavez, mandou proibir o desenho Os Simpsons no país, alegando que é uma má influência para as crianças.

Deixa ver se eu entendi, Simpsons é má influência, mas Chavez não? Ora, quem deveria ser proibído na Venezuela é o próprio Hugo Chavez.

Se a moda pega no Brasil…

O retorno à Cantina Bizarra

Posted by Emilio Calil On abril - 4 - 2008 4 COMENTARIOS

Já falei sobre alguns lugares pitorescos onde costumamos almoçar aqui perto do serviço. Volto a um deles, que parece ter despertado curiosidade nos leitores. É a famosa ‘Cantina Bizarra’, também conhecida como Trattoria del Michele, localizada no número 792 da rua Turiassú, em Perdizes.

É uma cantina simples, sem grandes pretensões, que passa despercebida se você não a estiver procurando. Ficou fechada em dezembro passado para reformas. Quando reabriu, apenas as paredes estavam pintadas de verde e branco, em homenagem ao Palmeiras. Ou seja, mudou, mas não para melhor.

Toda a educação e finesse do proprietário, ‘Don Michele‘, também já relatei na crônica anterior. Grisalho, óculos pendurado no pescoço, camisa desabotoada até o umbigo e sandálias gastas, é a prova viva de que Darwin estava errado. Outro dia perguntamos quais os ingredientes de um determinado molho e o gentleman respondeu: “Olha aí na última página do cardápio que tá tudo explicado, assim vocês não ficam me perguntando”. Por outro lado, os garçons, em especial o Pelé, sabem atender bem e com bom humor. Não anotam o pedido em lugar algum e nunca erraram nossos pratos.

Em outra ocasião, mais recente, formos à cantina num dia bem quente. No teto, um ventilador desligado. Pedimos a Don Michele para ligar o ventilador. Ele nos indicou o interruptor na parede. Ligamos e… nada. Vendo o problema, Michele berra: “Pelé, traz a vassoura!”. E veio o Pelé, com a vassoura, e começou a bater nas pás do ventilador. Como que desperto de um sono milenar, o ventilador começou a se mover e fazer um ruído assustador, além de derramar poeira que parecia acumulada desde a época dos faraós. Estávamos refrescados, mas ficou o medo de morrermos decapitados caso o ventilador despencasse a qualquer momento.

Mas não se deixe levar pelas impressões. A comida do lugar é sensacional. Especialmente a lasanha à bolonhesa. Desde que a provei pela primeira vez, nunca mais consegui pedir outra coisa. Todos os pratos parecem ótimos, mas ir à ‘Cantina Bizarra’ e não pedir a lasanha é, para mim, impensável. Ultimamente as porções têm vindo um tanto desproporcionais – um mesmo prato vem em tamanhos diferentes na mesma mesa. Mas isso só serve para aumentar o folclore da casa. Dê uma chance a Don Michele.

O pior slogan do mundo

Posted by Emilio Calil On abril - 1 - 2008 1 COMENTARIO

Ontem almocei no shopping West Plaza. Enquanto decidia, lá na praça de alimentação, aonde iria comer, vi uns tapumes pintados anunciando para breve a abertura de uma nova franquia do Premiatto. Passaria despercebido, não fosse o slogan em amarelo pintado num fundo vermelho:

Fast food com sabor de slow food

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