03/09/2010

Emilio Calil :: Blog

Comentando o cotidiano

Vejo vocês em 2008

Posted by Emilio Calil On dezembro - 28 - 2007 1 COMENTARIO

Último post de 2007. Apesar de ficar longe do blog nos próximos dias, estarei perto do computador. Certas obrigações nunca tiram férias. Ainda assim, aproveito para desejar ótimo 2008 a todos os leitores que me acompanharam em mais um ano.

Fiquei muito contente ao ver que alguns deixaram de ser meros espectadores para se aventurarem na criação de seus próprios blogs. Se pude contribuir com essa decisão de alguma forma, me sinto recompensado.

Em rápida reflexão, 2007 foi um ano bem agitado. Para mim, o início foi conturbado e – confesso – sem grandes expectativas. Mas que são as dificuldades senão obstáculos a serem transpostos? Ainda que de imediato não percebamos, tudo é aprendizado. As mudanças vieram, gradativas, e aos poucos fui obtendo novas conquistas. Troquei de emprego (duas vezes) e hoje integro duas equipes sensacionais (em duas grandes empresas simultaneamente) – arrisco dizer que são alguns dos melhores profissionais com quem já tive o privilégio de trabalhar.

Como sempre, o ano é marcado por conquistas e perdas, não necessariamente em doses iguais. Mas tudo, absolutamente tudo, é benéfico. Aliás, olhando para os últimos dois anos, vejo o quanto aprendi e evoluí graças mais a intempéries do que a calmarias.

Termino 2007 com saldo positivo e grandes expectativas para 2008. Aguardem novidades para o próximo ano, entre elas a total reformulação do meu site, com novos conteúdos. Obrigado aos amigos que partilharam seu tempo comigo, entre trabalho e lazer, proporcionando sempre ótimos momentos.

E obrigado, principalmente, ao amor da minha vida, que nos momentos difíceis me ajudou a levantar e jamais deixou que eu desistisse diante das dificuldades, e nos momentos felizes dividiu seu sorriso comigo. Sem você, linda, eu nada seria.

A todos, minha mais sincera gratidão. Vejo-os em 2008, sempre em evolução, pois um ano incrível nos espera.

Café despretensioso

Posted by Emilio Calil On dezembro - 27 - 2007 1 COMENTARIO

Retomei meus textos no blog O Melhor da Mooca, que há muito estava abandonado. Resolvi falar dos melhores lugares para se tomar café da manhã no bairro. Dêem um pulo lá: www.emiliocalil.com/mooca

O duro golpe da realidade

Posted by Emilio Calil On dezembro - 25 - 2007 2 COMENTARIOS

Vamos assistir ao coral de natal no shopping Anália Franco? – perguntou minha noiva. Era domingo, dia 23, e seria a última apresentação da orquestra. Como não resisto à música clássica, o convite foi mais do que bem recebido. Fomos.

Quem esteve lá conferiu a maravilhosa performance da composição de cordas (violinos e violoncelos) e vocais. Os primeiros acordes já serviram para marejar os olhos. Estávamos na galeria superior, que circunda o grande vão do shopping, e a orquestra tocava bem abaixo de nós. Não tínhamos a melhor visão, mas a acústica era perfeita. O ponto alto foi a interpretação de Hallelujah, da obra O Messias, de Handel. Impecável.

A certa altura, ergui os olhos e comecei a perceber as pessoas em volta. Aglomeravam-se para ver a apresentação, maravilhadas. Mais gente do que eu esperava – brasileiro gosta de música clássica, apenas não tem o costume de manter contato freqüente com o gênero. Senti-me, por breves momentos, no meio de pessoas civilizadas, apreciadoras das coisas boas que a vida oferece.

Fim da apresentação, chuva de aplausos – eu não batia palmas apenas para a orquestra e coral, mas para os espectadores que, em meio à correria das compras, dedicaram uma pequena hora das suas vidas para desfrutar de boa música em confraternização no shopping.

Infelizmente, exagerei com as palmas. Ao levantarmos, papéis amassados e copos de milk shake decoravam os bancos ao redor. Senti, como um murro nas fuças, o golpe da realidade: Eu não estava na civilização.

Fica ao menos a imagem dos músicos curvando-se ante os aplausos. Parasse a história ali, tudo teria sido perfeito.

Mais fácil que roubar quadros no MASP

Posted by Emilio Calil On dezembro - 23 - 2007 COMENTAR

O jornal espanhol El Pais resumiu em uma única frase o que eu já havia pensado ao saber do roubo dos quadros de Picasso e Portinari no MASP, semana passada: Señores ladrones, pasen y roben

Quando tive a primeira informação do roubo, pensei comigo mesmo: Eles devem ter entrado, pego os quadros da parede, colocado debaixo do braço e saído andando calmamente pela porta da frente. Capaz até de o segurança ter ajudado a abrir a porta, já que eles estavam com as mãos ocupadas.

Não foi exatamente assim que aconteceu, mas em princípio a facilidade foi a mesma. E a ridícula (e inexistente) segurança do MASP nos torna motivo de riso ante outros países. De fato, melhor que os quadros estejam nas mãos de um colecionador que lhes dê o devido valor do que pendurados em um museu onde qualquer um que passar, leva.

Lanço aqui novo ditado: Mais fácil que roubar doce de criança é roubar quadros no MASP.

Obrigado, Zé!

Posted by Emilio Calil On dezembro - 18 - 2007 4 COMENTARIOS

Vão aí uns bons vinte e cinco anos, senão mais. Os ponteiros do relógio arrastavam-se pesadamente para dar as doze badaladas, quando champanhes estourariam, brindes seriam feitos e as ceias, servidas.

Para nós, crianças, o interesse era apenas um: os presentes. A ansiedade aumentava à medida que o ponteiro dos segundos se movia. Então, como que em resposta àqueles momentos de tensão, a campainha toca. Quem seria a esta hora? Ouve-se, vindo do corredor, o ‘ho ho ho’ que precedia a entrada do personagem mais aguardado nessa época do ano.

Pela porta da sala – tudo bem, não tínhamos chaminé – ele surge. Não tão gordo como parecia na TV. A barba também não tão comprida – era até rala. A portentosa voz era, ao vivo, um tanto mirrada, denotando que o peso da idade não fora gentil com ele. Além do mais, parecia muito com um amigo do meu avô.

Acho que éramos os últimos da lista dele, pois o saco ficou vazio ao nos entregar os presentes. Finda a missão, começou a se despedir. A família toda vibrava, mas nós nos limitamos a agradecê-lo educadamente. Ao passar pela porta, rumo ao corredor, ele faz um último aceno, ao qual meu avô responde com um animado grito: Obrigado, Zé!

Eu, galhofeiro

Posted by Emilio Calil On dezembro - 17 - 2007 2 COMENTARIOS

Um leitor (ou leitora) do blog, escondido sob o pseudônimo de ‘Internauta’, comenta meu texto a respeito do livro O Segredo por Ana Maria Braga. É de eloqüência tamanha que o reproduzo abaixo, na íntegra:

Ridículo este post. Absolutamente descartável. Não fecunde a inveja e negatividade!

Leu e não entendeu. É o que concluo. Ora, sarcasmo não significa necessariamente inveja ou negatividade. É apenas sarcasmo – a palavra vem do latim sarcasmu e do grego sarkamós, que significa zombaria, ironia ou galhofa. Nesse texto ainda incluí o link para minha crônica original, onde comento o livro O Segredo, que deu origem à onda de revival da auto-ajuda. E mesmo lá, onde uso de mais sarcasmo ainda, não desmereço o tema. Apenas explico que o ‘segredo’, de secreto não tem nada, e que a autora, Rhonda Byrne, usa de conceitos há muito apresentados por Napoleon Hill e Andrew Carnegie, desbravadores do gênero. Conceitos esses que, por sua vez, estão presentes em praticamente todas as religiões.

Mas no caso de Ana Maria Braga acredito que não se trate apenas de pegar carona nessa moda. Acho que, entusiasmada ao descobrir o que já sabia, ela resolveu contar ao mundo a sua versão do óbvio. Afinal, quem nunca leu algo e pensou “eu queria ter escrito isso”? Mesmo assim, usando o comentário do(a) Internauta, o livro dela sim é descartável, pois mostra o que todos os outros já mostraram. Ou não? Os leitores do gênero nunca parecem satisfeitos – ou nunca entendem nada do que lêem.

Uma rápida olhadela na comunidade sobre o Segredo, no Orkut, mostra tópicos e tópicos com questões do tipo “como conseguir já o que você quer” ou “como faço a lei da atração funcionar”. Ora, se com toneladas de livros de auto-ajuda publicadas à exaustão durante décadas as pessoas ainda precisam perguntar ‘como se faz’, é porque tem algo errado. Ou não sabem ler; ou leram e não entenderam patavina – como é o caso do(a) Internauta; ou leram, não entenderam e acham que em outro livro a coisa estará melhor explicada – talvez com ilustrações, quem sabe?

Meu irmão costuma recitar uma frase sobre o Segredo: Os ricos leram, gostaram e continuam ricos. Os pobres leram, gostaram e continuam pobres. Tem lá sua lógica.

Se uso de sarcasmo, é porque a situação praticamente implora por isso. Ainda nas raias do Orkut, vi fãs de uma escritora reclamando que os primeiros livros dela eram bons, enquanto os novos não passavam de repetições, sem apresentar nada novo. Mesma coisa da auto-ajuda. Lêem, acham a descoberta sensacional, mas partem para o próximo livro em busca de explicações mastigadas.

É como se alguém perguntasse como se faz para chamar o elevador e obtivesse a resposta: aperta o botão. Não satisfeita, pergunta a outro e ouve: aperta o botão. Consulta-se com um terceiro e: aperta o botão. Maravilhada com a descoberta, pergunta a um quarto, quinto e sexto, para descobrir que deve apertar o botão para chamar o elevador. Então chega um ponto em que ela reclama da mesmice das respostas, achando que alguém poderia ao menos explicar como levantar o braço (direito ou esquerdo?), esticar o dedo e pressionar (com força ou suavemente?) o botão. Ou, se for vivaldina, ela pode escrever um entusiasmado livro explicando que se deve apertar o botão para chamar o elevador – sem necessariamente jamais ter apertado o botão pra ver se o elevador vem mesmo.

Preciso falar ainda sobre negatividade?

TV Digital: Sem muito entusiasmo

Posted by Emilio Calil On dezembro - 13 - 2007 COMENTAR

Com todo esse murmurinho sobre a tal TV Digital, que iniciou suas transmissões no país há uma semana, andei refletindo sobre o assunto.

No começo diziam que o preço dos conversores da TV Digital ficariam em torno de R$ 100. Um ano depois, surpresa! Você pode adquirir o aparelho por módicos R$ 800. Assinantes da NET ainda têm a ‘vantagem’ de poderem parcelar em 10 vezes esse valor, que será embutido na fatura mensal.

Quem já teve acesso à TV Digital com o sintonizador UHF voltou aos dias de ficar ajustando a antena para obter boa imagem, como se pode perceber no relato de Sandra Carvalho, diretora da revista Info Exame.

Que a qualidade da imagem é fantástica não se discute. Mas para usufruir da possibilidade de ver uma espinha no rosto da sua atriz preferida é necessário uma TV à altura dessa tecnologia – o que não é o caso da maioria dos brasileiros. O conversor quebra um galho, mas você precisa investir uns R$ 4 mil numa HDTV para realmente ver a imagem em todo seu esplendor.

Particularmente não sinto o menor entusiasmo para ter a TV Digital. Trabalho o dia todo na frente do micro e, quando chego em casa, continuo no micro até altas horas – os amigos no Messenger podem confirmar isso. O computador é simultaneamente meu centro de trabalho e entretenimento. Música? Com um clique acesso minha coleção de MP3. Vídeo? Insiro meus DVDs no PC ou assisto vídeos que baixei da web. Se ligo o micro na TV, ainda posso ver meus filmes deitado na cama, além de ter acesso a outros conteúdos exclusivos.

Televisão mesmo vejo pouco ou quase nada. Um ou outro documentário do History Channel, Simpsons e, antes de dormir, Law & Order. Seriados da ‘moda’, como Lost ou Heroes, baixo-os no dia seguinte à exibição nos EUA (sem esperar sete meses para ver no Brasil), devidamente legendados, e assisto quando quiser. Isso nem TV Digital nem TV convencional me oferecem.

Claro que tenho vontade de possuir uma TV grande, de alta resolução. Mas para assistir meus DVDs, vídeos do PC e jogar videogame, e não para ver novelas. Com horários de trabalho completamente irreais, quero escolher o que assistir e quando assistir.

E ultimamente corre a história de que os canais da TV a cabo podem ser obrigados a exibir 50% de conteúdo nacional. Se for verdade, já é motivo de sobra para cancelar minha assinatura e me dedicar totalmente ao computador.

Além disso, há livros. Estes não exigem conversor digital e podem ser acessados a qualquer hora, em qualquer lugar. Infinitamente mais baratos do que uma mensalidade de TV a cabo, o livro deveria estar no topo da preferência cultural do brasileiro. Infelizmente, optaram pelas novelas… e agora em alta definição.

A barbárie do Primeiro Mundo

Posted by Emilio Calil On dezembro - 9 - 2007 6 COMENTARIOS

Entre uma braçada e outra na piscina de um sítio no interior de São Paulo, onde estive no fim de semana, ouvi uma conversa interessante.

Duas amigas batiam papo. Falavam da Europa. Uma, que tinha passado uns dias por lá, contava à outra suas experiências sobre o Velho Mundo. Como que boiando a esmo na água, aproximei-me para ouvir melhor.

“É tudo muito limpo e organizado”, dizia. “Em Paris, não existe fila nem aglomeração para se entrar nos lugares. As pessoas são muito educadas”. Entretanto, como que querendo mostrar que nem tudo é perfeito, acrescentou: “Mas eu senti falta do sentimento de solidariedade inerente aos brasileiros”.

“Como assim?”, perguntou a amiga. E ela respondeu: “Ah, eu andava pra cima e pra baixo com minhas malas – quase 20 quilos de bagagens – e não houve viv’alma que me ajudasse a carregá-las quando precisava entrar no metrô”, dizia indignada.

“Em Milão não foi diferente”, continuou. “Tive que subir uma longa escadaria com as malas e as pessoas me olhavam sem sequer oferecer ajuda”. E de repente acrescentou: “Mas quando fui atravessar a rua, bastou que pusesse o pé na faixa de pedestre para que os carros parassem, mesmo com o farol aberto para eles”. Mas terminou dizendo: “Ainda assim, nada como o brasileiro para ajudar os outros”.

Pensei em me intrometer na conversa, mas o dia estava agradável demais para estragá-lo, então achei melhor nadar para o outro lado da piscina. Onde já se viu não se aglomerar para entrar em algum lugar? Como as pessoas não ousam sujar as ruas? Pra que parar o carro para que o pedestre atravesse? E quanto a ajudar a carregar as malas, bem, não sei em que lugar do Brasil a moça vive, mas aqui em São Paulo além de não te ajudarem a entrar no metrô, é capaz ainda de roubarem suas malas.

De fato, nada como a educação do brasileiro para servir de exemplo de civilidade aos bárbaros europeus.

Carta falsa com conteúdo verdadeiro

Posted by Emilio Calil On dezembro - 6 - 2007 1 COMENTARIO

Recebi esse texto por e-mail. Duvido muito de sua veracidade, mas dado o conteúdo, não custa nada republicá-lo aqui. Se souberem se esta carta é real e se foi realmente publicada no Estadão, avisem.

Carta-resposta de um Juiz ao Presidente Lula publicada no Estadão.

Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .

Mensagem ao presidente!

Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu  discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Márcio, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para ‘meter a mão na decisão do juiz’, mas para abrir a ‘caixa-preta’ do Poder.

Vi também V. Exa. falar sobre ‘duas Justiças’ e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça. Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.

Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks. Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.

Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só. Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela. Basta ao presidente mandar seu amigo Márcio tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado. Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados. Mandar seus líderes partidários fazer
menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.

Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25 do Bolsa-Escola, tinham voltado para aquela vida (?) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola. E a Benedita, sr. presidente?
Disse ela que ficou sabendo dos fatos apenas no dia da reportagem.

Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Márcio sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco). Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.Temos os precatórios que não são pagos. Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente).

Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente. Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Márcio, ele explica o que é).

De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado. Evidente que V. Exa. usou da expressão ‘caixa-preta’ não no sentido pejorativo do termo. Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa. Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes. Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.

Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma ‘escova’. Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.

Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.

P.S.: Dê lembranças a ‘Michelle’. (Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)

Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo

Messenger Online Personalizado

Posted by Emilio Calil On dezembro - 6 - 2007 COMENTAR

Não sei se você notou, mas agora há um pequeno botão com o símbolo do Windows Live Messeger ali na barra lateral, à direita. Esse botão está vinculado ao meu próprio Messenger e exibe todos os status de acordo com a situação que eu determinar no software (online, offline, ausente, etc.). Se você clicar no botão, uma janela se abrirá e é possível falar diretamente comigo, como no Messenger normal, sem que seja necessário ter o software instalado no seu micro.

Mesmo que você não esteja na minha lista de contatos, é possível iniciar uma conversa como um usuário ‘Visitante’. Para instalar esse recurso em seu próprio blog ou site, acesse a seguinte página:

http://settings.messenger.live.com/Applications/CreateHtml.aspx

Entre com o login e senha do seu Messenger e monte o botão com o tamanho e a cor que desejar. Feito isso, copie o código que a página lhe fornecerá e cole-o em uma área do seu site ou blog. É fácil.

VÍDEO DO DIA » GAME BRASILEIRO PROMISSOR
    Copyright 2004/2010 :: Todos os direitos reservados :: Emilio Calil Jr. :: contato@emiliocalil.com