Mais vagas disponíveis

Date 1 de março de 2010

Já posso pensar em abrir uma empresa de RH. Mais duas vagas para quem estiver interessado:

• Estagiário de Direito
• Secretária

Os candidatos devem enviar seus currículos para aline@advariovaldo.com.br

Vagas para equipe de Web

Date 25 de fevereiro de 2010

Se alguém estiver interessado, estou precisando de três novos membros para integrar minha equipe. Seguem abaixo os detalhes:

DESENVOLVEDOR WEB (2 VAGAS)
Conhecimentos necessários:
• CSS
• Tableless
• HTML
• JavaScript
• XML
• XSLT

Diferenciais:
• .NET
• Inglês

ASSISTENTE DE ARTE (1 VAGA)
Conhecimentos necessários:

• Photoshop
• Flash
• Prática em criação de banners, e-mail marketing e projetos gráficos de sites.

Diferenciais:
• Silverlight
• Flash – Action Script 3

Interessados, por favor, mandem um e-mail com CV para ecalil@tv1.com.br

O Pequeno Pardal

Date 24 de janeiro de 2010

De vez em quando, nas manhãs de sábado, gosto de levantar cedo e caminhar pelas ruas do bairro. Nenhum trajeto especial – deixo as pernas escolherem o destino. Numa dessas incursões, meses atrás, parei para fuçar alguns DVDs em promoção. Na gôndola, em meio a diversos títulos, vi o filme Piaf – Um Hino Ao Amor (La Môme – 2007) dando sopa. Como aprecio as músicas de Edith Piaf e já tinha ouvido falar bem dessa cinebiografia, não pensei duas vezes e arrematei-a.

Em seguida, parei para um café. Entre mordidas no pão de queijo, peguei o filme para ler a sinopse. Na hora de pagar a conta, o dono do café puxa conversa: "Notei que você está com o filme da Edith Piaf. É muito bom, minha esposa e eu adoramos. Você fez uma ótima compra". Saí de lá duplamente feliz. Primeiro, pela certeza de ter comprado um bom filme e, segundo, pela boa conversa com o dono do café, de cultura admirável.

Mas por pura falta de tempo, o DVD acabou esquecido e empoeirado na prateleira, junto a outros filmes – alguns ainda lacrados – que comprei e esperam na fila para serem vistos. Pois bem, neste fim de semana consegui um tempinho e resolvi dar uma chance à La Môme Piaf (Pequeno Pardal).

Talvez o termo para descrever o filme deva ser usado no próprio idioma de Piaf: Ces’t magnifique! Conhecia pouco da vida da famosa cantora francesa e o que eu esperava era uma boa biografia musical e uma excelente atuação de Marion Cotillard, muito elogiada (e premiada) pela crítica internacional. Mas nem eu nem minha noiva estávamos preparados para uma tragédia. Acho que a vida de Edith Piaf pode ser definida assim: trágica. Trágica e ao mesmo tempo gloriosa. A impressão que se tem ao final do filme é que Piaf não conheceu a felicidade. Mesmo indo da pobreza à fama e fortuna, poucos momentos de sua vida parecem ter sido realmente felizes.

O filme possui uma sequencia cronológica linear que é permeada por flashbacks (e flashforwards), a fim de não perder tempo explicando demais certos detalhes. A fórmula funciona bem, mas em certos momentos a falta de explicação é um problema, como na cena do encontro com a cantora Marlene Dietrich, que me fez buscar mais detalhes na internet para entender.

A fotografia é soberba e a reconstituição da Paris dos anos 20/30/40 é impecável. Tão impecável que, juntamente com a atuação de Marion Cotillard (de levar às lágrimas), fica a impressão de que você não está vendo um filme, e sim uma janela para o passado em que presencia os fatos na vida de Edith tal como eles foram.

Enfim, fica a dica para quem está procurando um ótimo filme em que possa ‘entrar’ na história e se perder na vida de uma das maiores cantoras francesas de todos os tempos. Siga o conselho do dono do café sem medo: É uma ótima aquisição.

Abaixo, o trailer:

Highlander: Curiosidades

Date 15 de janeiro de 2010

Quem me conhece sabe que sou fã da série Highlander (tanto dos filmes quanto da série de TV). E fã é uma desgraça, pois, mesmo que o produto final seja ruim, achamos uma forma de gostar da coisa – exceto, claro, o segundo (The Quickening) e o quinto filme (The Source); a esses não há fã que os defenda.

Fuçando em alguns arquivos outro dia, encontrei uma lista de curiosidades sobre os filmes e a série de TV que tinha guardado. Na falta de inspiração para escrever algo aqui, publico a lista a seguir. Eu, particularmente, gosto de saber dessas curiosidades, conhecer problemas técnicos enfrentados pela equipe ou ver como os atores reagiram a determinados conceitos. Enfim, segue a lista, que engloba o primeiro filme (1986), o terceiro (1994), o quarto (2000) e a série de TV (1992 a 1998).

HIGHLANDER (1986)

  • Clancy Brown quase declinou o papel do vilão Kurgan em virtude de sua alergia à maquiagem, o que o impediria de usar algumas próteses exigidas em certos momentos do filme.
  • Christopher Lambert passou um bom tempo com um professor de idiomas, desenvolvendo um sotaque que não parecesse muito estrangeiro (em inglês). Lambert não era fluente em inglês na época, seu único filme nesse idioma até então tinha sido Greystoke: A Lenda de Tarzan (1984), no qual ele pronunciou poucas palavras.
  • Algumas versões estrangeiras do filme incluem uma sequencia da Segunda Guerra Mundial que mostra Connor MacLeod resgatando a garotinha Rachel, onde ele diz "It’s a kind of magic". Mais tarde, Rachel tornou-se a secretária de MacLeod no loft de Nova Iorque. Essa cena foi incluída na “Immortal Edition” do DVD americano e também está presente no DVD brasileiro do filme.
  • Algumas cenas inéditas foram perdidas em um incêndio. A filmagem incluía uma sequencia onde o vilão Kurgan enfrenta o imortal Yung Dol Kim, trabalhando como segurança em um escritório. Kim, cansado de sua vida imortal, rende-se a Kurgan, que lhe arranca a cabeça. A versão “Director’s Cut” do DVD americano possui, em seus extras, algumas fotos dessas cenas perdidas no incêndio.
  • Na cena onde Connor arranca a cabeça de Kurgan, o diretor Russel Mulcahy tinha originalmente imaginado um dragão feito em animação (usando o elmo de caveira) que emergiria do corpo de Kurgan e desafiaria Connor novamente. Somente após derrotar o dragão-fantasma é que ele receberia o ‘quickening’ final e, então, o ‘Prêmio’. Essa ideia foi descartada devido a restrições de orçamento.
  • Durante a batalha final entre MacLeod e Kurgan no topo do estúdio Silvercup, é possível ver cabos no chão que puxam as letras de neon do letreiro. Depois de completar a filmagem, a produção descobriu que os danos feitos no set e no topo do prédio foram tantos, que seria impossível refilmar a cena.
  • De acordo com a tela do computador onde Brenda compara as assinaturas de várias certidões de nascimento de MacLeod, podemos ver que as identidades anteriores de Connor foram Adrien Montagu, Jacques Lefebert, Alfred Nicholson, Rupert Wallingford e Russel Nash.
  • Sean Connery e Christopher Lambert ficaram tão amigos durante as filmagens que eles chamavam um ao outro pelos nomes de seus personagens, mesmo quando não estavam filmando. Connery só retornou ao papel de Ramirez no segundo filme por causa da insistência pessoal de Lambert.
  • Entre diversos artefatos antigos no quarto secreto de MacLeod, é possível ver o chapéu e a roupa de Ramirez.
  • Apesar de não confirmado, dizem que a narração no início do filme, onde se ouve a portentosa voz de Sean Connery, foi gravada em um banheiro. O filme estava quase finalizado quando resolveram inserir a narração. Como estavam longe do estúdio, Connery teria se trancado num banheiro com o microfone, a fim de minimizar ruídos externos.
  • De acordo com o diretor, a luz feita em animação nos ombros de Connor quando ele recebe o ‘Prêmio’ foi inserida para disfarçar os cabos que o faziam levitar. Ironicamente, isso acabou tornando os cabos mais visíveis ainda – especialmente no DVD.
  • Rumores dizem que uma versão do filme exibida no Festival de Brussel mostrava um final ligeiramente diferente do convencional. Nessa versão, após a luta final, os demônios de animação circulando Lambert eram nitidamente vistos dizendo “thank you” (obrigado).
  • No filme, o ‘quickening’ é a absorção da energia vital de um imortal decapitado por outro. Em inglês, a palavra é o termo utilizado quando o bebê dá seus primeiros sinais de vida no útero da mãe – os primeiros “chutes”. A tradução para o português de “quickening” pode ser interpretada como: apressar, acelerar; ressuscitar, acordar, despertar; apresentar sinais de vida.
  • A cena da igreja envolvendo Kurgan (Clancy Brown) foi filmada com permissão dos padres responsáveis. Ainda assim, os diálogos de Brown eram obscenos e foram considerados sacrilégio, fazendo com que os padres por trás das câmeras fizessem constantemente o sinal da cruz.
  • O padre que contracena com Clancy Brown na cena da igreja era, na verdade, um rabino ortodoxo.
  • A famosa frase de Kurgan na igreja, "I’ve got something to say. It’s better to burn out than to fade away!" (“Eu tenho algo a dizer. É melhor queimar do que desaparecer!”) é parte da canção “Rock Of Ages” do Def Leppard. Essa, por sua vez, era uma referência à frase "It’s better to burn out than to fade away" da música "My My, Hey Hey" de Neil Young, e também foi citada na carta de suicídio do músico Kurt Cobain (Nirvana).
  • Todas as cenas de Sean Connery tiveram que ser filmadas em uma semana devido à apertada agenda de Connery.
  • Durante a cena filmada no castelo Eilean Donan, na Escócia, o estacionamento do castelo teve que ser coberto com toneladas de turfa para disfarçá-lo. A casa na ponte do castelo também precisou ser coberta com um cenário pintado para se parecer com pedra.
  • Os figurantes receberam 25 libras por dia com um bônus de 10 libras se trouxessem seus próprios cavalos. Muitos habitantes locais tiraram o dia de folga para participar das filmagens.
  • Entre as potenciais bandas selecionadas para criar a trilha sonora do filme estavam The Police, David Bowie e Duran Duran, sendo que a escolhida acabou sendo o grupo Queen.
  • O breve trecho de "New York, New York" interpretado pelo Queen nunca foi lançado oficialmente em nenhum álbum. Diversas canções presentes no filme são versões diferentes das lançadas posteriormente e permanecem nos porões esquecidos do Queen.
  • Apesar de contar nos créditos, nenhuma trilha sonora oficial do filme chegou a ser lançada. O mais próximo disso é o álbum “A Kind Of Magic”, do Queen, que possui muitas canções e trechos dos diálogos de Highlander.
  • Posteriormente, o CD “Highlander: the Original Scores”, lançado em 1995, reuniu as trilhas sonoras dos três primeiros filmes. Mas o CD contém apenas as músicas sinfônicas incidentais (compostas por Michael Kamen, Stewart Copeland e J. Peter Robinson), sem nenhuma canção do Queen.

HIGHLANDER III: THE FINAL DIMENSION (1994)

  • Em seu lançamento, o filme recebeu o nome de Highlander: The Sorcerer (Highlander: O Feiticeiro). A versão Director’s Cut, lançada em VHS e DVD, com algumas cenas a mais, ganhou o subtítulo de Final Dimension.
  • Algumas cenas foram filmadas no Marrocos.
  • O rock que toca durante a luta final entre Connor e Kane é um rearranjo de “Dr. Feelgood”, do Mötley Crüe.
  • Christopher Lambert considera este filme a sequencia real do primeiro Highlander.
  • Embora o “guerreiro número 1” do vilão Kane (Mario Van Peebles) não possua nome no filme, o script se refere a ele como "Khabul Khan".
  • Em 1996, em uma entrevista para o Cinefantastique, o produtor de Highlander, Bill Panzer (falecido em 2007), mencionou que diversas referências à continuidade da série de TV foram inseridas em Highlander: The Final Dimension, com o propósito de criar um elo mais forte com o universo da TV.
  • Em determinado momento, Christopher Lambert deixou a produção devido a uma disputa de pagamento.
  • Diversas cenas foram filmadas na província de Quebec, no Canadá: o vilarejo medieval japonês e o edifício no qual a caverna de Nakano é encontrada foram filmados perto de Montreal. Além disso, muitas cenas que se passam em Nova Iorque também foram filmadas em Montreal.
  • Na versão americana do filme, Kane usa seus poderes mágicos para se teletransportar para Nova Iorque. Na versão europeia, Kane simplesmente anda por um estaleiro, o que sugere que ele deve ter pegado um navio até Nova Iorque.
  • Na versão americana (e brasileira) do filme, a canção de Suze DeMarchi e Nuno Bettencourt, "God Took A Picture", é tocada nos créditos finais. Na versão europeia, "Bonny Portmore" de Loreena McKennitt toca nos créditos. No DVD francês e canadense, lançado em 2005, as músicas dos créditos são "Bonny Portmore" de Loreena McKennitt, seguida por "Bluebeard" do Cocteau Twins.
  • A versão lançada em VHS nos EUA (e Brasil) possui duas cenas extras. A primeira adição é a cena aonde Kane chega à Nova Iorque e sai com uma prostituta. A segunda é a cena de amor entre Connor e a repórter Alex (Deborah Kara Unger), que contém nudez mais explícita.
  • A atriz Deborah Kara Unger fez as cenas de amor com Christopher Lambert, recusando usar dublê de corpo.
  • Na versão europeia do filme, Kane diz: “o Highlander está lá fora em algum lugar e me deve por todos esses anos”, assim que escapa da caverna, no tempo atual. Na versão americana ele diz: “o Highlander está lá fora em algum lugar e me deve 400 anos”. A versão europeia faz mais sentido, se considerarmos que Kane não tinha como saber quantos anos ele ficou preso na caverna de gelo. Na versão atual do DVD foi mantida a versão europeia.

HIGHLANDER: ENDGAME (2000)

  • Existem quatro cenas nesse filme que foram extraídas do original de 1986. A primeira é uma versão aperfeiçoada por computador de Connor deixando sua vila em Glenfinnin. A segunda é o letreiro do estúdio Silvercup, extraída da cena onde Kurgan leva Brenda como prisioneira. E no “quickening” de Duncan (Adrian Paul) no telhado do prédio, onde duas cenas de Connor com Heather são exibidas rapidamente.
  • Conforme Duncan (Adrian Paul) viaja para se encontrar com Connor, há uma cena onde seu táxi passa pelo prédio do estúdio Silvercup, fazendo referência à luta final de Connor e Kurgan no primeiro filme.
  • A cena de Duncan no vale da Escócia foi a última a ser filmada e foi enviada para o editores no dia em que eles começaram a fazer as cópias de lançamento. Essa cena foi filmada em um fundo verde e o cenário escocês inserido digitalmente. Em algumas cópias exibidas nos cinemas americanos, a cena foi inserida sem edição, mostrando o fundo verde em vez do vale escocês.
  • Na versão para os cinemas do filme, Methos (Peter Wingfield) se refere ao ‘Santuário’ como “solo sagrado”. Muitos fãs reclamaram que Kell (Bruce Payne) matou dezenas de imortais em solo sagrado sem sofrer consequências, o que vai contra as ‘regras’ da mitologia da série. Assim, todas as referências sobre o Santuário ser solo sagrado foram removidas na versão estendida do DVD.
  • No início do filme, o vilão Jacob Kell (Bruce Payne) possui um total de 661 mortes. Na ‘última ceia’ com seus capangas, ele mata mais cinco imortais. Isso totaliza 666 mortes, numa clara referência ao número da besta.
  • O trailer do filme mostrava Connor MacLeod dividindo Jacob Kell em dois com um golpe de espada, além de mostrar também Connor e Duncan atravessando um portal de luz, bem como Kell parando uma espada no ar com a mão. Essas cenas nunca aconteceram no filme.
  • O castelo Stalker é visto rapidamente no filme durante um flashback de Connor. Essa construção também pode ser vista no filme Monty Python e o Cálice Sagrado.
  • Cada vilão principal nos filmes de Highlander possui um nome que começa com a letra “k” (em ordem: Kurgan, Katana, Kane e Kell).
  • As espadas longas usadas por Connor e Duncan em uma cena de treino no flashback são reproduções da espada utilizada por Clancy Brown no primeiro Highlander de 1986.
  • O título original do filme era Highlander IV: The Immortals (o primeiro rascunho feito por Gregory Widen, o criador da série). Mais tarde o título mudou para Highlander: The Search for Connor e Highlander: World Without End até, finalmente, Endgame. No Brasil, ele recebeu o nome de Highlander: A Batalha Final.
  • No xadrez, ‘endgame’ é um movimento no qual restam poucas peças no tabuleiro e o jogador deve sacrificar uma peça importante para fazer uma manobra que possibilite a vitória final. No filme, essa ideia fica clara com a decisão entre Connor e Duncan para enfrentar Kell. Alguns fãs consideraram o título do filme como o ‘fim do jogo’, que teria Duncan como vitorioso, mas na verdade o jogo continua, pois restaram imortais vivos após a morte de Kell.

HIGHLANDER: SÉRIE DE TV (1992 a 1998)

  • Muitos episódios da série tiveram atores franceses cujas vozes foram dubladas para inglês em Vancouver.
  • A série segue diretamente o filme Highlander (1986), mas com uma ligeira diferença: De acordo com a série, Connor MacLeod não é o último imortal e não ganhou o ‘Prêmio’. De fato, Christopher Lambert faz uma aparição no episódio piloto para ‘passar o bastão’ para Adrian Paul, que interpreta Duncan MacLeod.
  • Alguns clipes utilizados na sequencia de abertura foram extraídos do filme Highlander II: The Quickening (1991).
  • No início da segunda temporada, a atriz Alexandra Vandernoot, que interpretava Tessa, a namorada de Duncan, disse aos produtores que não queria mais participar da série. Isso levou os escritores a matarem a personagem no episódio “The Darkness”. Posteriormente, Alexandra fez algumas participações especiais em outros episódios.
  • O último episódio da quinta temporada, “Archangel”, foi filmado originalmente com um final situado 20 anos no futuro, quando Duncan finalmente estaria preparado para enfrentar o demônio Ahriman. A sexta (e última) temporada deveria se passar no futuro, mas foi considerada muito sombria e a ideia foi descartada após um corte no orçamento.
  • O ator Jim Byrnes, que interpretou Joe Dawson, também contribuiu com muitas músicas para a trilha sonora da série. Algumas dessas canções podem ouvidas de fundo durante as cenas que se passam no bar do Joe.
  • O personagem Duncan MacLeod ficou em 11º lugar no TV Guide de 1º agosto de 2004, numa lista com os 25 maiores personagens da ficção científica.
  • Planos para uma série derivada de Highlander levaram a um conjunto de seis episódios focados em mulheres imortais (na tentativa de medir o carisma das personagens). Nenhuma delas ‘vingou’ e o personagem escolhido foi o de Amanda (Elizabeth Gracen), já estabelecida na série principal, que estreou Highlander: The Raven (1998). A série, entretanto, não passou da primeira temporada.
  • Um dos últimos episódios da quinta temporada, que sugere uma inspiração fictícia para Frankenstein, utilizou o mesmo subtítulo do livro: "The Modern Prometheus" (O Moderno Prometeu).
  • Werner Stocker, que interpretou o imortal Darius, já havia morrido de câncer no final da primeira temporada, então, o episódio que abre com o assassinato de Darius teve partes extraídas de outros episódios para compor as primeiras cenas.
  • A série foi originalmente planejada para seguir o filme, com Connor MacLeod no papel principal, que seria interpretado por Adrian Paul. Entretanto, Paul quis liberdade para criar sua própria caracterização, a fim de evitar comparações com Christopher Lambert. Assim, os escritores concordaram em criar um novo personagem.
  • Joe Dawson (interpretado por Jim Byrnes) era para ter se chamado Ian Dawson e seria um historiador com menos experiência de vida do que Joe. Outros atores considerados para o papel foram Michael York e David McCallum.
  • O personagem Matthew McCormick, um imortal que trabalha como agente federal e investiga serial killers, foi criado especificamente para o ator Eric McCormack (da série Will & Grace). Os produtores estavam considerando dar a Eric uma série derivada, na qual o personagem cruzaria o país atrás de assassinatos que envolvessem decapitações.
  • O ator Alastair Duncan foi considerado pra o papel principal da série. Mais tarde ele fez uma participação como o imortal Terence Coventry.
  • O nome "Duncan" significa "guerreiro negro" e foi escolhido de última hora para o personagem de Adrian Paul.
  • Diversos cantores famosos fizeram participações especiais no seriado. É o caso dos imortais Annie Devlin (a cantora Sheena Easton), Xavier St. Cloud (Roland Gift, vocalista do Fine Young Cannibals) e Hugh Fitzcairn (Roger Daltrey, vocalista do The Who), entre outros.

Only The Good Die Young

Date 8 de janeiro de 2010

Eram 01h25 quando o telefone tocou naquela segunda-feira, 7 de dezembro de 2009. Impossível ligação nesse horário trazer boas notícias. De fato, não trouxe. Era minha noiva:

– Oi… Tudo bem? – perguntei.
– Não… – ela respondeu. – Adivinha?
– A Talita?
– É…

Então, apesar de tudo, de todos os esforços, de toda a luta, ela havia partido. Deixara-nos às 00h30. O que aconteceu a partir daí foi uma mescla de confusão, dor, tristeza e – por mais difícil que seja admitir – alívio, também. Ao menos o sofrimento terminara.

Desliguei o telefone e minha mente recuou no tempo. Quando a conheci? Quantas vezes a vi? Percebi, surpreso, que a conhecia muito pouco. No final de 2008 um grande amigo a apresentou como sua namorada. Apesar do pouco tempo de convivência, minha noiva e eu a considerávamos como amiga de infância. Certas pessoas simplesmente se conectam tão naturalmente às nossas vidas que dão a impressão de que sempre estiveram ali.

Lembro que, dias depois de nos conhecermos, ela descobriu este blog e mandou um recado: “Adorei teu blog! Acabou de ganhar uma leitora”. Ela era assim, sempre encontrando uma forma de agradar. Minha noiva teve mais contato com ela e se apaixonara pelo seu jeito simples e divertido – ambas tinham muito em comum.

Nesse ano que passou, ela e o namorado compraram apartamento e programaram o casamento. Os dois se completavam e, pra curtir esse momento, marcaram um cruzeiro para o início de 2010. E aí terminavam as informações que eu tinha sobre eles.

Então, em 26 de novembro recebi a notícia de que a Talita não estava bem. Ela havia se submetido a uma cirurgia de lipoaspiração na noite anterior e algo saiu errado – decidira fazer a lipo justamente para o cruzeiro. Depois, soubemos que tudo não passara de susto. Porém, à noite veio outra notícia preocupante: Ela fora removida para a UTI do Hospital das Clínicas.

As notícias vinham confusas – o estado era grave, depois não tão grave; ela piorava, depois melhorava. A confirmação do que ocorreu de fato começou a aparecer e soubemos que ela estava com os dois pulmões perfurados. Voamos para o hospital a fim de oferecer apoio à família – é pouca coisa, mas era o que podíamos fazer. Naquela tarde ela passou por uma cirurgia de emergência. Soubemos, então, que além dos pulmões, o esôfago também fora perfurado e acabou necrosando, sendo removido na cirurgia.

Difícil observar a família recebendo tal notícia. Como consolar alguém que transparece desespero no olhar? Como dizer que tudo vai ficar bem? Não existe fórmula mágica para isso. Nesses momentos, o que se pode fazer é manter a calma e transmitir a fé para se passar por tudo aquilo. Até os médicos do HC pareciam incertos sobre a recuperação.

Sobre o cirurgião plástico que fez a lipo, Ivan Bertanha (CNS: 108250207910006), pretendo não comentar nada. Conheci-o pessoalmente, obtive informações nada agradáveis a seu respeito e, por isso, minha opinião ficará para, quem sabe, outro post.

Não houve ninguém, entre amigos e familiares, que aprovasse a cirurgia. E não foram poucas as tentativas de fazê-la desistir da ideia. Soube, inclusive, que um dia antes ela titubeou, ficou com medo, mas, no fim, decidiu seguir em frente. Talvez essa seja a parte mais amarga. Saber que um simples ‘não’ poderia ter mudado o curso dos acontecimentos.

Ó vaidade, quantas vítimas serão necessárias para saciar tua fome?

Ela seguiu internada e as notícias não eram boas. As sequelas e possíveis consequências decorrentes das cirurgias não davam muita margem para esperança. Mesmo assim ela lutou e agarrou-se à vida. Mas as complicações foram se agravando – sanava-se uma coisa e descobria-se outra. E, assim, após onze dias, ela nos deixou.

A dor e a revolta da família são mais do que compreensíveis. Num dia, temos a pessoa do nosso lado, rindo, conversando, planejando… No outro dia, o vazio. Confesso que sinto mais por aqueles que ficam do que pelos que partem. Se servir de consolo, pelo menos quem está sofrendo somos nós e não nossos amados, que descansam.

Mas esse era o desejo dela. Foi decisão que levou até o fim. Sabia dos riscos e ninguém a fez desistir. Além disso, recebeu o melhor tratamento médico possível, o que deve nos deixar a sensação de que fizeram tudo o que podia ser feito.

Mais tempo, menos tempo, todos partiremos. Eu deixarei de escrever aqui um dia. No fim, não importa a maneira como deixamos este mundo e sim a forma como seremos recebidos no outro. Uns fenecem por doença, outros em acidentes, outros em guerras, outros por causas naturais, outros de fome… Há um ditado que diz: “Ao morrer, o animal deixa sua pele; o homem, o seu nome”. O que deixamos para trás é parte da nossa imortalidade, é a lembrança da nossa passagem por aqui, da nossa índole, do caráter e das obras que realizamos. Sendo assim, no caso da Talita podemos considerar seu rumo à imortalidade como missão cumprida.

O leitor pode considerar este texto um exagero, uma ode a alguém vítima de fatalidade. De fato não há resposta para isso além do fato de que quem a conheceu compreende minhas palavras. Gostaria de, quando partir, deixar a mesma impressão que ela deixou.

À família, aos amigos e conhecidos, que palavras podem aliviar a dor? Nenhuma. Quando a ordem natural das coisas é alterada e os pais enterram seus filhos, só podemos orar para que o fardo, com o tempo, se torne mais leve. E para aqueles que cogitam se submeter a cirurgias semelhantes, fica a lição para repensarem suas decisões. Vaidade alguma vale a sua vida. Vaidade alguma vale o sofrimento daqueles que amamos.

A seguir, incluo alguns links de reportagens sobre o caso, que foram ao ar à época dos acontecimentos. Quem puder repassar este texto, tem minha gratidão. E logo abaixo, o clipe No-One But You, do Queen, que dedico à memória da Talita.

Até 2010

Date 30 de dezembro de 2009

Último post do ano. Há mais de dois meses que não escrevo nada por aqui. Uma pequena reviravolta tanto na minha vida profissional quanto na pessoal acabaram por consumir todo meu tempo nesses últimos meses. De fato, assunto para escrever é o que não faltou. Faltou mesmo foi tempo.

Há alguns assuntos pendentes para publicar aqui – inclusive tenho até o texto pronto – mas prefiro deixar para os próximos posts. Como o teor está longe de ser agradável, melhor terminar o ano apenas com coisas que nos deixem alegres.

Olhando para trás e analisando o balanço geral, posso dizer que 2009 não foi um dos meus melhores anos. Mas está terminando muito bem e com promessas para um novo ano sensacional.

Aos leitores, amigos, colegas e conhecidos, só posso desejar a mesma coisa: Que o ano novo que se aproxima seja realmente sensacional para todos.

Santé!

De volta aos 80

Date 14 de outubro de 2009

Trailer do filme Os Mercenários (The Expandables):

Não sei você, mas eu tive uma forte sensação de nostalgia ao ver esse trailer. Um grupo de guerrilheiros mercenários durões que resolve depor um ditador sul-americano e acaba explodindo metade do país? Isso é puro anos 80! Sem falar no elenco: Sylvester StalloneJason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Terry Crews, Mickey Rourke, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger.

O que mais você pode querer? A história será horrível, claro, mas e daí? Filmes assim não são feitos pra criar debates filosóficos, mas para garantir boas risadas vendo meia-dúzia de mercenários chutando o traseiro de todo o exército de um país.

Mal posso esperar pela estréia!

Fim 2012

Date 7 de outubro de 2009

O mundo vai acabar em 2012. É o que nos dizem as profecias maias. Mas, parando pra pensar, se os maias não existem mais, então o fim do mundo já aconteceu – pelo menos pra eles. Que mais não seja, já estou cansado de ver documentários na TV e artigos abordando essa bobagem com ar de seriedade. Ora, o homem não consegue sequer chegar a um acordo sobre o clima (o planeta vai esquentar ou esfriar?) e quer estipular uma data para o fim de tudo? É muita pretensão.

Espertalhão, Roland Emmerich, o cineasta apocalíptico que já nos brindou com pérolas como Godzilla, Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, pegou carona no tema e apressou-se em produzir mais um filme-catástrofe intitulado – vejam só – 2012 (veja o trailer). A ‘catástrofe’ estréia no final de 2009. Claro, porque é preciso faturar com as bilheterias e, depois, com o DVD. Se ele deixar para lançar em 2012, o mundo acaba e ninguém vê o filme.

Pois bem, tenho permanecido cético sobre o assunto, apesar dos ’sinais e alertas’ deixados pelos maias. Entretanto, indo para uma reunião hoje cedo, acredito ter recebido um desses sinais proféticos – o qual registrei rapidamente no celular (perdoem a qualidade). Parado no trânsito, eis que vejo na placa do carro ao lado:

Será que é hora de começar a me preocupar?

Sobre Honduras e moral

Date 28 de setembro de 2009

Estou me divertindo com a confusão que se estabeleceu em Honduras. Quer dizer, não que eu esteja feliz com a situação dos hondurenhos, que vão acabar pagando o pato por ações irresponsáveis de uma meia-dúzia de imbecis. Mas estou gostando de ver como Honduras tem se mantido firme em sua defesa da Constituição, ao mesmo tempo em que muitos paspalhos acusam-na de desrespeitar a Constituição.

Você já deve conhecer o imbróglio: A ratazana Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras, foi deposta do cargo por desrespeitar a Constituição do país ao querer forçar um plebiscito para sua própria reeleição. Como reeleições não estão previstas na Constituição, Zelaya simplesmente ignorou tudo e tentou fazer as coisas à força. Deu no que deu: Foi destituído do cargo e expulso do país. Se voltasse, seria preso. Voltou. Mas está escondido na embaixada brasileira, o que é ilegal. O governo de Honduras exige que o país defina o status de Zelaya, porque, se ele for considerado exilado, terá que voltar ao Brasil. Se não for, será preso em Honduras. Ou seja, o Brasil está com uma batata quente, gorda e bigoduda nas mãos. E se recusa a admitir isso.

A nossa ratazana daqui, que atende pelo nome de Lula da Silva, disse que não aceitará imposições de um governo "golpista". Mas na verdade quem queria dar o golpe era o Zelaya (ou Zé Laia, como o andam chamando). Sem mencionar que, quando o assunto é o Irã ou países do Oriente Médio que servem de ninhos para terroristas, o mesmo Lula disse que nação alguma tem o direito de se meter em assuntos internos de outros países. Sei, sei…

O mais divertido mesmo é ver o Brasil fazendo papel de palhaço nessa história. Está abrigando um cretino em sua embaixada de Honduras. Chama de "golpista" um governo que não invadiu a embaixada e procura meios legais de tirar Zelaya de lá. Um desses meios pode ser a revogação do status da embaixada, que, a partir do momento que for considerada "ex-embaixada", as coisas podem não acabar muito bem.

Zelaya disse que está sendo torturado por (pasmem!) agentes secretos israelenses que disparam ondas de radiação. Parem pra pensar só um pouquinho… Isso está mais para um roteiro de Monty Python do que para história real. Não tem jeito, onde quer que o Brasil se meta, tudo vira palhaçada. Tudo acaba em samba mesmo!

Quem tem acompanhado as crônicas do Reinaldo Azevedo tem se divertido, também. Azevedo foi o primeiro (ou um dos primeiros) a alertar que foi Zelaya quem desrespeitou a Constituição hondurenha, e não o contrário. Como de praxe, caíram matando em cima dele. Agora que a grande mídia se deu o trabalho de ler a tal Constituição, fica fazendo rodeios para não admitir o erro.

Não acredito que essa situação em Honduras acabe mal. Ou que haja grandes prejuízos para o país. Imagino que cedo ou tarde Zelaya será preso e Lula, mais uma vez, desmoralizado. Mas que é ‘moral’ para a esquerda, senão uma simples palavrinha que se evoca vez ou outra contra seus adversários?

Temas para Windows 7

Date 28 de setembro de 2009

Entre as novidades do Windows 7, uma das mais bacanas é a capacidade de reunir papéis de parede, cor das janelas e esquemas de som em um único tema personalizado. É possível exportar esse tema e enviar para quem quiser, assim, outras pessoas (que também precisam ter o Windows 7) poderão usar o tema que você criou.

Devo ter uns 2 GB de papéis de parede no meu computador, então criei meus próprios temas baseados em categorias como lugares, filmes, imagens abstratas, etc. E decidi compartilhar esses temas aqui no blog. Separei nove temas que uso com freqüência e os disponibilizei para download no meu SkyDrive. Os temas possuem imagens em alta definição e resolução mínima de 1440×900 pixels (programados para trocar o papel de parede automaticamente a cada 30 minutos). São ideais para monitores widescreen, mas funcionam bem no padrão fullscreen também.

Dependendo do sucesso desses temas, posso disponibilizar outros futuramente, como Itália, Japão, florestas, estações do ano e mais. Atenção: Esses temas só podem ser utilizados no Windows 7 (versão RC ou final).

Seguem os temas abaixo para download:

Tema

Descrição

Coletânea de 46 fotos da Alemanha, com destaque para castelos, palácios, campos, vilarejos e cenários bucólicos.
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  Ah, o berço de Mozart! Aqui você encontra 18 imagens inspiradoras da Áustria e seus alpes, com destaque para a cidade de Hallstat, uma das mais belas do mundo.
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  Sim, meu gosto por dias chuvosos me fez criar um tema com 26 imagens de chuva. São fotos de varandas, vegetação e ruas molhadas pela chuva. Imagens que transmitem calma.
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  Da terra de Descartes, todo o romantismo e beleza que a França oferece em 67 imagens. Para olhar e sonhar.
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  Fugindo um pouco de paisagens, um tema com 62 papéis de parede de filmes e videogames. Destaque para Transformers, Halo, Castlevania, Street Fighter IV e Iron Man.
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  O charme, beleza e imponência da Inglaterra em 45 fotos. Destaque para imagens de ruas e vilarejos.
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  Para quem gosta dos papéis de parede do Mac OSX, eis aqui um tema com 59 imagens do sistema operacional da Apple, já incluindo o Snow Leopard.
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  Este tema reúne 58 imagens de praias, ilhas, fotos submarinas e pôr-do-sol. Tema perfeito para aqueles dias quentes em que tudo o que queremos é enfiar o pé na areia e relaxar.
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  Para os apreciadores de um bom vinho e da sofisticação e história atreladas à bebida, este tema contém 16 fotos artísticas de vinhos, adegas e vinhedos.
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